quinta, 04 de junho, 2026
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Já foram milhões investidos em milhares de imóveis por diversas regiões de Campo Grande nos últimos anos. Este é o retrato visto nas 23 obras já entregues na área da habitação pela Capital nos últimos seis anos e meio. Às entregas trouxeram mais segurança para a população, concretizaram o sonho dos trabalhadores e transformaram a vida das famílias.
São 122 anos que a Cidade Morena celebra com mais loteamentos, residenciais, entre outros empreendimentos, que totalizam 4.280 moradias habitadas. E no próximo ciclo não será diferente, com mais 700 unidades sendo construídas.
Quem mais comemora o progresso do setor habitacional na capital dos ipês são os próprios beneficiários. No segundo semestre de 2015, 1.498 unidades habitacionais deram forma aos residenciais Celina Jalad, do I ao VIII. Sendo uma das pessoas que receberam uma moradia, Alda Viviana Delmondes Andrade, dona de casa, relembra como sua vida mudou para melhor depois daquela entrega e conta das experiências vividas embaixo do novo teto de lá para cá.

Moradias no Celina Jalad
“Eu morava em barraco, numa situação precária, então resolvi correr atrás desta conquista. E foi uma surpresa quando fui contemplada, pois eu não imaginava que iria conseguir. Desde aí a felicidade tomou conta de mim e de minha família, e a cada dia que passa, estamos mais contentes com a nossa casa, pois é lugar bom e especial”, disse Alda Viviana Delmondes. E concluiu, “É uma casa muito bem localizada, de esquina. O ônibus praticamente passa na porta; a escola para meus filhos poderem estudar é bem perto; e os parentes gostam de vir aqui passar o dia porque acham a casa muito bonita”.
No último dia 23 de agosto, a vida de Kariana Ramos Pereira entrou numa nova fase. Seu sonho se concretizou ao assinar o contrato de seu imóvel no Residencial Portal Laranjeiras. “Eu recebi as chaves recentemente, depois de oito anos correndo atrás. Quando eu soube que fui contemplada, fiquei muito feliz, pois eu e minha família precisávamos demais de uma moradia. Agora estamos bem estruturados com essa conquista, e ainda mais felizes porque temos a certeza de que meus três filhos estão crescendo num ambiente completo e seguro”, falou a trabalhadora autônoma.

Portal Laranjeiras, última obra habitacional concluída pelo Estado
No empreendimento foram investidos mais de R$ 36 milhões, dando qualidade de vida a 368 famílias.
Tais unidades habitacionais entregues pelo Governo do Estado fornecem ao cidadão campo-grandense um espaço com dois quartos, uma sala, cozinha, banheiro e área de serviço. E não é só isso. Muito desses lugares ainda dispõem de áreas sociais bem equipadas, além da infraestrutura completa que garante água, esgoto, pavimentação, drenagem e rede elétrica e iluminação.
Para Maria do Carmo Avesani Lopez, diretora-presidente da Agehab, o trabalho que, em muitas frentes, também conta com a parceria do município, traz bons resultados para todos. “Campo Grande só ganha com essa parceria dos Entes Públicos, e o campo-grandense consegue perceber isso em diversas realidades. Um dos exemplos é a dignidade que está sendo garantida aos antigos moradores da Comunidade Cidade de Deus. Já concluímos 136 unidades no Bom Retiro com ajuda dos próprios beneficiários, agora vamos garantir o mesmo direito a mais famílias que foram designadas para outras regiões da cidade”.
O trabalho segue intenso e a meta é entregar até ano que vem através do Programa Casa Verde e Amarela, os residenciais Sírio Libanês I e II, e Jardim Canguru. Pelo Programa de Substituição de Moradia Precária são aguardadas 150 moradias distribuídas no bairro Jardim Canguru (52) e loteamento José Teruel (98). Já a reforma da Oca da Aldeia Água Bonita também consta no cronograma.
Ao todo, às obras que serão entregues somam exatos R$ 17.303.015,19 milhões em recursos estaduais.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS