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Bem equipadas e valorizadas, polícias do Estado reduzem índices de criminalidade em até 30%

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16 de julho de 2021

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Joelma Belchior, Sejusp

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Mato Grosso do Sul é um Estado seguro para se viver. É o que mostram os dados divulgados essa semana pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que apontam quedas nos seis principais índices criminais monitorados. O bom desempenho na segurança pública é resultado de investimentos em estrutura e capacitação dos policiais e agentes.

Nos primeiros 6 meses de 2021 houve queda, em todo o Estado, nos homicídios (-2,8%), roubos (20,2%), roubo seguido de morte (-30%), roubo em via pública (-22,5%), roubo a comércios (-18,9%) e nos furtos de veículos (-17,8%).

Menos feminicídios

Em Campo Grande houve queda expressiva em 8 índices criminais. A maior queda, de -85,7%, foi registrada nos feminicídios, com o registro de 1 caso de janeiro a junho deste ano, contra 7 do mesmo período do ano passado.

Casa da Mulher Brasileira: atendimento 24 horas às mulheres (Foto Reduzida Saul Schramm)

Para a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), delegada Fernanda Félix, em 2020, início da Pandemia de Coronavírus, uma série de situações contribuíram para a subnotificação e aumento de crimes graves contra as mulheres, incluindo o feminicídio. “O aumento do desemprego com a crise econômica, o fechamento das escolas e o acesso a outras vivências são algumas das questões que impactam a dinâmica de vida das mulheres na pandemia e acabam por afastá-las das redes de proteção”, afirma.

Mas, segundo a titular da Deam, em 2021 o cenário mudou. Ela acredita que o cotidiano das mulheres tende a se restabelecer e a notificação de crimes menos violentos na escalada da violência doméstica tem evitado que 2021 repita a pandemia de letalidade das mulheres, como aconteceu em MS em 2020. “Acreditamos que o encorajamento das mulheres em não permitir evolução criminosa, está salvando vidas”, diz Felix.

Quedas também na Capital

Na Capital caíram também os roubos (-22,5%), os roubos seguidos de morte (-50%), roubos a comércios (-23,5%), roubos em vias urbanas (-23,4%), homicídios culposos no trânsito (-18,5%) e os homicídios dolosos (-11,7%).

Para o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, a queda dos índices criminais é resultado dos investimentos, da integração e inteligência. “A integração das forças de segurança, a estruturação da inteligência, permitem ações mais efetivas das nossas polícias. Aliado a isso temos os investimentos estaduais e federais, em novas viaturas, melhores armamentos, softwares, capacitação, contratação de mais efetivos para as polícias, que contribuem para esses resultados que estamos vendo”, pontua.

Recorde de apreensões de drogas

Enquanto os índices criminais caíram, em todo o estado aumentaram as apreensões de drogas.  De 1º de janeiro a 13 de julho, sozinhas, as forças de segurança estaduais apreenderam mais de 422 toneladas de drogas em Mato Grosso do Sul. Quase 100 toneladas a mais que o mesmo período do ano passado, quando foram tiradas de circulação pouco mais de 324 toneladas de entorpecentes.

Em um comparativo com o ano de 2019, o volume de drogas apreendidas em Mato Grosso do Sul mais que dobrou. Naquele ano, as polícias de Mato Grosso do Sul apreenderam um total de 199,8 toneladas de drogas.

Do total de drogas apreendidas neste ano, 408,8 toneladas foram interceptadas no interior do Estado, principalmente na região de fronteira. “Estamos empenhados no combate ao tráfico e isso reflete não só para o Estado, mas para o país, uma vez que impedimos que drogas cheguem aos grandes centros brasileiros, provocando impactos na segurança pública e nas famílias”, afirma o comandante da Polícia Militar Rodoviária Estadual, coronel Wilmar Fernandes, responsável pela maior apreensão de drogas da história do Brasil, 36,5 toneladas, realizada na semana passada.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS