quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
O termo Bebê Reborn disparou no Google Brasil e superou palavras-chave tradicionais como “dinheiro”, “café” e até mesmo “Neymar”. A popularidade crescente dos bonecos hiper-realistas movimenta não apenas a internet, mas também o mercado nacional de brinquedos e colecionáveis.
Yudi Tamashiro visita maternidade de bebê reborn
A alta nos números tem surpreendido até especialistas em tendências digitais. Segundo os dados do Google Trends, a palavra “reborn” atingiu pico histórico de interesse nos últimos dias. Essa procura intensa confirma o quanto o Bebê Reborn deixou de ser apenas um item de nicho e passou a ocupar espaço no cotidiano de diferentes públicos, inclusive adultos.
“Eles são lindos, parecem reais e trazem uma paz que nem sei explicar.” Frases como essa se multiplicam nas redes sociais, onde vídeos e fotos de bebês reborn alcançam milhões de visualizações. Criados com técnicas minuciosas de pintura e escultura, esses bonecos encantam pela semelhança com recém-nascidos de verdade.
Além da aparência extremamente fiel, o Bebê Reborn também tem um impacto emocional. Muitos compradores relatam que os bonecos ajudam no tratamento da ansiedade, da depressão e até na superação do luto. “É como se eu tivesse um pedacinho do meu filho nos braços de novo”, escreveu uma usuária no Instagram. Esse aspecto terapêutico fortalece ainda mais a presença dos bebês reborn no cotidiano de seus donos. A busca por modelos personalizados aumentou nas últimas semanas, impulsionada por vídeos de influenciadores mostrando seus próprios exemplares e rotinas de cuidados como troca de roupas, mamadas e passeios.
Com a demanda em alta, cresce também o número de artesãos e pequenos empreendedores especializados na criação de bebês reborn. Muitos vendem suas peças por valores que podem ultrapassar R$ 2.000, dependendo do nível de realismo e dos materiais usados.
Lojas virtuais e marketplaces passaram a exibir com destaque os bonecos realistas, oferecendo desde kits básicos até versões com mecanismos que simulam respiração e batimentos cardíacos. A busca pelo bebê reborn se tornou tão intensa que ultrapassou até temas populares como “café” e “celebridades”.
Além disso, o fenômeno se reflete em feiras, eventos e grupos de colecionadores, consolidando o Brasil como um dos maiores mercados mundiais da categoria. Tudo indica que a tendência dos bebês reborn ainda está longe de desaparecer.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS