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Bebê reborn supera Neymar e até 'dinheiro' nas buscas do Google

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19 de maio de 2025

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Flávia Cirino

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O termo Bebê Reborn disparou no Google Brasil e superou palavras-chave tradicionais como “dinheiro”, “café” e até mesmo “Neymar”. A popularidade crescente dos bonecos hiper-realistas movimenta não apenas a internet, mas também o mercado nacional de brinquedos e colecionáveis.

Yudi Tamashiro visita maternidade de bebê reborn

A alta nos números tem surpreendido até especialistas em tendências digitais. Segundo os dados do Google Trends, a palavra “reborn” atingiu pico histórico de interesse nos últimos dias. Essa procura intensa confirma o quanto o Bebê Reborn deixou de ser apenas um item de nicho e passou a ocupar espaço no cotidiano de diferentes públicos, inclusive adultos.

Bonecos realistas ganham apelo emocional e viram fenômeno

“Eles são lindos, parecem reais e trazem uma paz que nem sei explicar.” Frases como essa se multiplicam nas redes sociais, onde vídeos e fotos de bebês reborn alcançam milhões de visualizações. Criados com técnicas minuciosas de pintura e escultura, esses bonecos encantam pela semelhança com recém-nascidos de verdade.

Além da aparência extremamente fiel, o Bebê Reborn também tem um impacto emocional. Muitos compradores relatam que os bonecos ajudam no tratamento da ansiedade, da depressão e até na superação do luto. “É como se eu tivesse um pedacinho do meu filho nos braços de novo”, escreveu uma usuária no Instagram. Esse aspecto terapêutico fortalece ainda mais a presença dos bebês reborn no cotidiano de seus donos. A busca por modelos personalizados aumentou nas últimas semanas, impulsionada por vídeos de influenciadores mostrando seus próprios exemplares e rotinas de cuidados como troca de roupas, mamadas e passeios.

Mercado de Bebê Reborn estimula novos empreendedores

Com a demanda em alta, cresce também o número de artesãos e pequenos empreendedores especializados na criação de bebês reborn. Muitos vendem suas peças por valores que podem ultrapassar R$ 2.000, dependendo do nível de realismo e dos materiais usados.

Lojas virtuais e marketplaces passaram a exibir com destaque os bonecos realistas, oferecendo desde kits básicos até versões com mecanismos que simulam respiração e batimentos cardíacos. A busca pelo bebê reborn se tornou tão intensa que ultrapassou até temas populares como “café” e “celebridades”.

Além disso, o fenômeno se reflete em feiras, eventos e grupos de colecionadores, consolidando o Brasil como um dos maiores mercados mundiais da categoria. Tudo indica que a tendência dos bebês reborn ainda está longe de desaparecer.

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS