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Bebê é 1º caso suspeito de febre maculosa em Campo Grande

Segundo a Sesau, a criança foi a Guia Lopes da Laguna, onde teve contato com vários animais

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20 de junho de 2023

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CGN/PCS // EDIÇÃO MS

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Na manhã de ontem (19), a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) informou que investiga um caso suspeito de febre maculosa em Campo Grande, a vítima é um menino, de 1 ano, que está internado em um hospital particular da Capital.

De acordo com as informações repassadas pela secretaria, a criança teria ido para Guia Lopes da Laguna, município que fica a 220 km da Capital. Lá ela teria tido contato com animais domésticos, tanto na área urbana quanto na área rural.

As amostras do paciente foram coletadas e o material foi encaminhado para análise no Lacen (Laboratório Central), os sintomas que a criança apresentou foram comuns, como febre, náuseas e vômitos, além de dores no corpo.

Ainda segundo a Sesau, a região de Guia Lopes da Laguna não tem registros de febre maculosa. MS também tem baixos índices de contaminação.

Já são 19 pacientes suspeitos e 4 mortes confirmadas por febre maculosa em São Paulo. Mas o caso de Mato Grosso do Sul ainda não foi registrado oficialmente pelo Ministério da Saúde.

As mortes por febre maculosa foram registradas depois de evento conhecido como Feijoada do Rosa, realizado em 27 de maio, na Fazenda Santa Margarida, no distrito de Joaquim Egídio, em Campinas (SP).

A confirmação da primeira morte relacionada à febre maculosa ocorreu na segunda-feira (12), envolvendo a dentista Mariana Gioardano, de 36 anos. Ela esteve presente na Feijoada do Rosa acompanhada de seu namorado, o piloto e empresário Douglas Pereira Costa, de 42 anos, cuja causa da morte foi confirmada na terça-feira.

Ambos faleceram no dia 8, mesma data em que a dentista Evelyn Karoline Santos, de 28 anos e residente em Hortolândia (SP), também perdeu a vida. Ela também compareceu ao mesmo evento.

A vítima recente foi a estudante Erissa Nicole Santana, de 16 anos, que esteve na festa para acompanhar o trabalho do pai.

Sobre a doença

A doença, transmitida pelo carrapato-estrela, também conhecido como micuim em algumas regiões, tem sua maior incidência em capivaras e cavalos, mas pode ser encontrado em outros animais, inclusive domésticos, como cães e gatos.

Como em Campo Grande há muitas capivaras, o temor entre a população aumentou nos últimos dias, apesar de a Secretaria de Saúde do Município negar risco.

Só o hospedeiro pode transmitir a doença, uma pessoa não passa diretamente para outra e também não é possível através do contato com animais infectados.

Caso você verifique que o animal esteja com carrapato-estrela, é recomendado que ele seja levado ao veterinário, que deverá indicar o melhor produto para o caso.

Mas em caso de contato com humanos, ele deve ser removido com uma pinça, com muito cuidado e jamais pode ser esmagado.

As autoridades de saúde alertam para a gravidade da febre maculosa e ressaltam a importância de buscar atendimento médico imediato ao apresentar sintomas como febre alta, dores musculares, dores de cabeça e erupções cutâneas.

Além disso, é fundamental que a população esteja ciente das medidas de prevenção, como o controle de carrapatos e a adoção de práticas de higiene adequadas ao lidar com animais e áreas propícias à presença do vetor transmissor.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS