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Bebê de seis meses é vacinado com frasco inteiro da Pfizer contra Covid

Criança havia sido levada ao posto para receber vacina pentavalente. Segundo a mãe, técnica de enfermagem percebeu erro e avisou na mesma hora. Prefeitura acompanha caso.

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28 de janeiro de 2022

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Redação/TR

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Uma bebê de seis meses foi parar no hospital depois de receber o conteúdo de um frasco inteiro da vacina da Pfizer contra a Covid-19 ao invés da pentavalente, em Altinópolis (SP).

Segundo a mãe, que prefere não se identificar, a menina foi levada ao posto de saúde no dia 17 de janeiro, para receber a vacina que previne doenças como coqueluche, meningite, tétano e hepatite.

Na hora de ser imunizada, a criança tomou a dose contra a Covid e também a quantidade equivalente a seis doses.

“Quando a gente estava indo embora, ela [técnica de enfermagem] me chamou e disse que tinha aplicado uma vacina errada nela. Na hora que ela foi jogar o frasco fora, ela viu que era o frasco da Pfizer conta a Covid e que tinha aplicado nela [bebê]. Ela me disse que ela tomou o frasco inteiro, o frasco equivale a seis doses da vacina da Pfizer, então nem foi uma dose só”, disse a mãe, que é profissional de saúde.

Segundo a mãe, na mesma hora, a técnica entrou em contato com a Vigilância Sanitária e acionou uma médica do posto de saúde para examinar a bebê.

Em seguida, a criança foi levada ao Hospital das Clínicas (HC) de Ribeirão Preto, onde permaneceu por três dias em observação.

“Eu levei muito susto, porque passam mil coisas na cabeça da gente. A gente já desceu imediatamente com ela para o hospital. No hospital, os médicos avaliaram a frequência cardíaca, respiração, temperatura.”

“Inchou a perninha no dia da vacina. Ela apresentou febre e dor. Os exames de sangue deram alteração. Os médicos diziam que tinha a ver com a coagulação do sangue, que era o que eles estavam mais com medo.”

Alta e observação

A menina recebeu alta no dia 21 e continua sendo acompanhada em casa por equipes de saúde de Altinópolis.

Nesta quinta-feira (27), ela deve passar por nova consulta no HC de Ribeirão Preto. De acordo com a mãe, ela não apresentou nenhuma alteração.

Apesar da situação, a mãe elogiou a conduta da técnica de enfermagem por ter comunicado o erro imediatamente à família e às autoridades.

“Ela poderia ter ficado quieta, mas ela foi profissional e, graças a Deus, a gente pode fazer o acompanhamento para a menina. Não deveria acontecer erros, infelizmente aconteceu, mas eu não a julgo. Poderia ser eu a profissional da enfermagem a cometer o mesmo erro. Não deveria acontecer, mas eu sou grata a ela por ela ter nos falado, ter me dito, porque ela poderia ter omitido.”

O que diz a Secretaria de Saúde

Em nota, a Secretaria de Saúde de Altinópolis confirmou o equivoco da técnica de enfermagem e disse que tomou as medidas necessárias para atendimento da criança.

“A Secretaria de Saúde de pronto tomou todas as medidas necessárias encaminhando a criança para avaliação medica no Hospital de Misericórdia local e após para o HC Criança, onde permaneceu internada para monitoramento até o dia 21 de janeiro. A criança permanece bem e continua sendo acompanhada pela equipe de saúde do município.”

Ainda segundo a secretaria, o caso foi comunicado ao Centro de Vigilância Epidemiológica do estado. Um processo administrativo foi aberto para apurar a conduta da técnica de enfermagem.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS