quinta, 04 de junho, 2026
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Betânia Kelly Rodrigues é 1º Sargento da PMMS, nascida em Campo Grande/MS, é casada, mãe e cristã, proveniente de uma família humilde, parte de sua infância foi vivida nos municípios de Camapuã e Areado/São Gabriel do Oeste – MS. Sua jornada profissional começou cedo, aos 12 anos, trabalhando como babá, e posteriormente, desempenhando as funções de balconista, diarista e operadora de caixa.
Com determinação e esforço, ela conquistou seu espaço, desafiando estereótipos e provando que o lugar da mulher é onde ela escolher estar.
Sargento Betânia atua e defende o planejamento e execução de ações de prevenção, inclusive faz uso de uma frase emblemática "A melhor ferramenta e forma de enfrentar o crime é antes de ser vítima dele", entretanto, quando se trata da responsabilização do criminoso, tem um posicionamento implacável, em que defende a reformulação da legislação penal e do Sistema de Justiça Criminal, com ações firmes de responsabilização aos criminosos, conforme a proporção da gravidade do crime.
Betânia se identifica como uma mulher conservadora, que atua no social, na prevenção, em defesa dos valores familiares, de pautas como redução da carga tributária, respaldo jurídico e estrutural aos profissionais de segurança pública, defensora da vida desde a sua concepção, por conseguinte, contrária ao aborto, à descriminalização e legalização das drogas, e também contra a doutrinação no espaço escolar e acadêmico.
Formação Técnica:
Betânia é educadora, graduada em Letras/Espanhol pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS, palestrante e especialista em diversas áreas, incluindo Segurança Pública, Educação em Direitos Humanos, Abordagens da Violência Contra Crianças e adolescentes, Ciências Políticas, Gestão Educacional, Inteligência Policial e Multiplicadora Internacional de Polícia Comunitária – Sistema Koban.
Com uma carreira de 20 anos na Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, Betânia ingressou como Soldado e atualmente detém o posto de primeiro Sargento, tendo alcançado o 1º lugar no Curso de Formação de Sargentos – CFS da PMMS, em 2015.
Trabalho Voluntário:
Além de seu compromisso profissional, há mais de 15 anos, ela tem dedicado seu tempo ao trabalho voluntário, promovendo ações de prevenção, conscientização e combate às drogas, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, violência doméstica e obstétrica. Seu trabalho estende-se por escolas, igrejas e bairros de Campo Grande, além de alcançar os municípios do interior do Estado, onde ela trabalha pela inclusão social de pessoas portadoras de necessidades especiais e idosos, mobilizando e fortalecendo os valores familiares.
Atuação institucional:
De 2005 a 2018, Sargento Betânia atuou na Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária – Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública/MS, na assessoria em assuntos comunitários, na criação e coordenação dos Conselhos Comunitários de Segurança da Capital e municípios do Estado. Soma-se a sua caminhada profissional a função de Diretora de Mulheres na ASPRA/MS – Associação de Praças da Polícia e Bombeiro Militares, e ainda, foi a idealizadora do Movimento “Mulheres da Segurança Pública”, no Mato Grosso do Sul.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS