quinta, 04 de junho, 2026
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Pelo menos 30 gatos foram abandonados em imóvel no bairro Coophasul, em Campo Grande. Segundo moradores próximos, isso teria acontecido depois da morte do tutor, há cerca de 15 dias. A vizinhança tem se revezado para limpar a área e alimentar os animais.
Os gatos ficam perambulando perto do imóvel, atravessando a grade e andando pela calçada, na rua Domingos Giovani de Salve.
Uma das vizinhas, professora de 47 anos, disse ao Campo Grande News, o vizinho era bastante conhecido no bairro. Na casa vivia o homem, a mãe idosa e cerca de 30 gatos. Com a morte do morador a família foi até o local, buscou a idosa e deixou os gatos para trás.
“Outros moradores contam que uma das irmãs dele disse que iria deixar os animais porque depois eles iriam embora. Os gatos sempre foram bem cuidados, por isso os moradores nunca reclamaram, mas agora o cheiro que fica é insuportável”, contou a professora.
A vizinha ainda conta que há duas gatas que estão prenhas e outros dois que já foram atropelados. Até o momento nenhum dos animais foi adotado ainda.
Tentando solucionar o problema, os moradores entraram em contato com o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), mas a resposta é que não poderiam fazer o recolhimento desses animais. Também entrou em contato com a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública), mas foi informada que não há um órgão responsável por isso, sendo orientada a procurar a Decat.
A reportagem procurou a Sesau e o CCZ, mas não obteve resposta até o momento. Ainda encaminhou a denúncia para a Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista).
Em respostas anteriores, a Decat informou que, em casos de abandono de animal ou maus-tratos, as testemunhas devem procurar a Polícia Civil para denúncia, de preferência, a delegacia especializada.
Após a denúncia ser feita, é realizada fiscalização para apurar o caso. Uma vez que constatado abandono ou maus-tratos, o ato é considerado crime ambiental e o autor pode sofrer penalidade de 2 a 5 de reclusão, podendo, em alguns casos, ser aplicada multa.
Se a testemunha não tiver condições de ir na delegacia pode entrar em contato pelo email exclusivo para denúncias: [email protected].
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS