quinta, 04 de junho, 2026
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Dados do estudo Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), apontam que houve melhora de cenário no mercado imobiliário nacional no terceiro trimestre deste ano, em relação a igual período de 2016. Tanto as vendas como lançamentos cresceram 4,2% e 14,7%, respectivamente. Em Mato Grosso do Sul, embora o setor tenha atravessado o terceiro ano seguido de dificuldade por causa da recessão econômica brasileira, também há sinais de reação. Enquanto a entidade projeta tendência de estagnação para o segmento no fechamento de 2017, para Mato Grosso do Sul a expectativa é de crescimento de até 1%, conforme sindicatos da área de construção e habitação locais, consultados pelo Correio do Estado.
Motivos não faltam: de acordo com análise de entidades do setor da construção e imobiliário, o Estado foi um dos poucos que se manteve com a atividade econômica em alta, em função da celulose, da pecuária, agricultura e do ramo sucroalcooleiro. “Foram poucos, mas tivemos lançamentos. Estamos concluindo lançamentos antigos. Neste ano, a Caixa andou balançando nos financiamentos, mas não andamos para trás. Tivemos a maior recessão da história entre 2015 e 2016. Então se registrarmos crescimento de 0,8%, 0,9% ou 15 neste ano, será um sucesso absoluto”, comentou o presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul (Secovi-MS), Marcos Augusto Netto.
Ainda conforme o dirigente da entidade, o cenário neste último trimestre de 2017 pode ser considerado ligeiramente positivo para a habitação estadual, se for considerado o mesmo período dos dois anos anteriores. “Houve queda de juros e a queda da inflação. Tudo isso é positivo para a economia e reflete nas taxas de juros do financiamento imobiliário. O financiamento imobiliário está em torno de 9,3% ao ano. Se as nossas taxas ficarem mais baixas, para o mercado imobiliário é ótimo”, comentou.
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal