quinta, 04 de junho, 2026
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Uma moradora de Chapadão do Sul que ficou cerca de 22 anos vivendo praticamente encarcerada, sendo abusada sexualmente desde os 9 anos pelo padrasto, terá a triste história revelada no programa do apresentador Rodrigo Faro no domingo (14). O caso veio à tona após ela procurar a equipe da policial civil Maria Campos, especializada na localização de pessoas desaparecidas que achou sua mãe na cidade paulista de Mirandópolis 22 anos após a separação. O relato é chocante - de muito sofrimento humano - que reporta as monstruosidades praticados por psicopatas na forma de pai que mantiveram filhas em cativeiro por cerca de 30 anos em porões como escravas sexuais na Europa e Estados Unidos.
APARÊNCIAS ENGANAM - Esta triste história começa há mais de 22 anos, em São Paulo, quando a mãe de M.C.S. estava com duas crianças pequenas e conheceu C.J.O. que trabalhava em fazendas. Um belo dia ele a convidou para vir para o Mato Grosso do Sul onde teria mais opções de emprego e renda para sustentar a família. Até então era tido como bom companheiro e pai. A mãe (LBS) decidiu aceitar o convite e buscar novos horizontes com a família.
MÃE ENTERRADA VIVA - Chegando em solo sul-mato-grossense o homem começou a ficar agressivo e batia brutalmente na mulher, deixando-a cheia de hematomas e cortes por todo o corpo. Quando a moradora de Chapadão do Sul completou nove anos começou a ser abusada sexualmente sempre que ia para fora de casa. Na primeira vez que ela recusou o agressor disse que a mãe sofreia as consequências. Pegou um pau de pilão e “destruiu” a companheira á pauladas. Depois de rachar a cabeça da mulher abriu uma vala, a jogou dentro e cobriu o corpo com terra.
SODA CÁUSTICA NO CAFÉ - A menina e o irmão desenterraram a mãe, limparam a terra e colocaram pó de café no ferimento que sangrava na cabeça. Passou muito mal - quase morreu - e ele não permitiu socorro médico, apesar da gravidade dos ferimentos. A mulher se recuperou e após alguns meses a menina disse o segundo “não” ao abusador e ele colocou soda cáustica no café da companheira que novamente escapou por pouco.
FERRO DE MARCAR GADO NA MULHER - Um belo dia as crianças foram para a escola e o abusador esquentou o ferro de marcar gado e decidiu que iria fazer uma marca abrasiva na companheira. Ela conseguiu fugir e decidiu seguir em frente para se livrar do torturador e voltar para buscar as crianças logo após achar um novo lugar para morar. Os irmãos voltaram do colégio e o padrasto disse que a mãe os abandonara, que eles tinham somente ele como família. A vida continuou e alguns meses depois mudou de endereço, indo trabalhar em outra fazenda.
MÃE PERDE CONTATO COM FILHOS - Quando a mãe voltou para pegar os filhos o padrasto já estava bem longe, dando início a um drama familiar entre mãe e filhos que se reencontrariam somente 22 anos depois. Logo após a mudança a menina - ainda com nove anos - passou e viver como mulher do padrasto abusador dentro de casa. Durante os abusos constantes ela ficou grávida quatro vezes. A primeira - aos 11 anos - foi obrigada a tomar abortivos, mas teve filhos aos 12 / 17 e outro com idade não informada.
BUSCAS PELA MÃE - Ele se apresentava como pai da menina, mas quando as pessoas começavam a desconfiar do que acontecia dentro da casa mudava de endereço, sempre em locais isolados. Ela nunca teve acesso a telefone ou contato com outras pessoas sem autorização do abusador. Há cerca de 7 anos foi morto à facadas em Paraíso das Águas por um colega de trabalho nas obras de manutenção da BR-060. Foi neste momento que ela migrou para Chapadão do Sul com os filhos e deu início às buscas pela mãe.
DRAMA CONTADO POR RODRIGO FARO - Há seis meses procurou a equipe da policial Maria Campos que logo iniciou as investigações. Os policiais trabalham em regime de parcerias com o apresentador Rodrigo Faro que possui um quadro específico sobre estes reencontros dramáticos. As duas foram colocadas no mesmo cenário do palco na última quinta-feira da semana passada em São Paulo. Segundo os policiais que fazem este trabalho de reconectar vidas separadas por tragédias a forte emoção marcou o reencontro. A apresentação marcada para este final de semana (7) foi adiada para o dia 14 devido às eleições.
OBSERVAÇÃO: Texto autorizado / A história será contada em rede nacional no dia 14 de outubro (domingo).
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS