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Apoio aéreo dos fazendeiros garantem a vacinação em massa no Pantanal de Corumbá

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7 de julho de 2021

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Subsecretaria de Comunicação, Subcom

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Fazendeiros do Pantanal de Corumbá estão integrando a força-tarefa montada no município para a imunização em massa nas regiões de fronteira contra a Covic-19, deflagrada na última sexta-feira (2) pelo Governo do Estado.

Por iniciativa do sindicato rural local, seus associados cederam aviões e pilotos para o deslocamento dos enfermeiros da Secretaria de Saúde Municipal para regiões de difícil acesso. Mais de mil vacinas Janssen, Coronavac e Astrazeneca foram disponibilizadas para vacinar os funcionários das fazendas.

Nesta terça-feira, três aviões deslocaram para fazendas na sub-região pantaneira da Nhecolândia, a leste de Corumbá, com um lote de 300 vacinas, e estão previstos mais quatro sobrevoos nesta quarta para atender outras propriedades.

O secretário municipal de Saúde, Rogério Leite, disse que o município está contando com inúmeros parceiros para que a vacina chegue a regiões isoladas, como os empresários de turismo e agora o sindicato rural que viabilizou o meio aéreo.

“Apoio este de suma importância para levar a imunização o mais breve possível a todos os corumbaenses que vivem no Pantanal”, ressaltou o secretário. “Nosso município possui uma peculiaridade em relação aos demais que é a enorme extensão territorial, e a sazonalidade da cheia e da seca que dificulta ainda mais o acesso.”

Vacinação garantida

Rogério observou que em muitas localidades do Pantanal o acesso somente é possível por via aérea, contudo, com essa força-tarefa será possível cumprir o compromisso de imunizar toda a população rural. “O deslocamento aéreo também dará maior agilidade na vacinação, pois temos pouco tempo para concluir a meta”, completou.

A vacinação dos funcionários das fazendas iniciou-se na sede da fazenda Novo Horizonte, onde o acesso é feito por terra, com a aplicação de 378 vacinas Coronavac. Também está sendo atendida a população que vive nas sub-regiões do Taquari e do Paiaguás.

“Os fazendeiros estão dando toda logística para garantir a imunização dos funcionários, a partir dos 18 anos, e acreditamos que vamos atender grande parte desses trabalhadores”, informou Luciano Leite, presidente do Sindicato Rural de Corumbá.

Segundo o dirigente ruralista, os postos de vacinação estão sendo instalados em regiões polos que permitam o fácil acesso dos peões, que usam como transporte o trator, cavalo e barco a motor. “Temos mais aviões disponíveis, mas a equipe de vacinação é pequena, o pessoal da saúde está mobilizado na cidade”, explicou Leite.

O sindicato solicitará ao Governo do Estado e à prefeitura de Corumbá um estoque de 500 doses da vacina Janssen para que a vacinação no Pantanal prossiga até domino. A vacinação nesta quarta-feira terá continuidade na Nhecolândia e chegará às fazendas localizadas na divisa com Mato Grosso,

“Com isso, vamos imunizar mais de duas mil pessoas, as quais não seriam beneficiadas sem essa ação porque é difícil o deslocamento para a cidade”, disse o ruralista. “Estão sendo aplicadas tanto a primeira como a segunda dose e a procura tem sido muito grande.”

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS