quinta, 04 de junho, 2026
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Desinteresse do eleitorado é destaque em levantamento realizado por institutos de pesquisa do Estado e deve ser visto com preocupação para futuros candidatos.
A pouco mais de um ano e quatro meses das eleições gerais de 2026, o cenário político em Mato Grosso do Sul revela um desafio preocupante: o desinteresse da população em relação ao pleito que definirá os próximos representantes estaduais e federais.
De acordo com uma pesquisa espontânea realizada pelo Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul (Ipems), em parceria com o Instituto de Pesquisa Resultado (IPR), a maior parte do eleitorado sul-mato-grossense ainda não demonstra engajamento com o processo eleitoral. O levantamento foi feito entre os dias 5 e 16 de maio, com 1.720 eleitores de 53 municípios do Estado, inclusive em Coxim.
Os dados são claros: 49,32% dos entrevistados afirmaram que não souberam ou não quiseram opinar sobre nenhum nome ao Senado, e 47,90% disseram que não votariam em ninguém. No caso do governo do Estado, a apatia é ainda mais acentuada 91,83% das pessoas ouvidas não souberam opinar ou preferiram não responder à pergunta sobre possíveis candidatos ao Executivo estadual.
Os números chamam atenção não apenas pelo alto índice de indecisos, mas pelo retrato de uma população desconectada do debate político um fenômeno que, se persistir, pode afetar diretamente a qualidade do voto e o fortalecimento da democracia.
Especialistas alertam que esse quadro exige maior presença dos partidos, lideranças e da sociedade civil na promoção de debates, informação qualificada e engajamento social. Com o avanço do calendário eleitoral, será preciso trabalhar não apenas campanhas, mas confiança, credibilidade e aproximação com o cidadão.
Esse desinteresse muito provavelmente se deve aos escândalos de corrupção que são noticiados diariamente, a corrupção atinge diretamente o interesse do povo em fazer suas escolhas fazendo que muitos desistam de votar por conta de tantos escândalos e desmandos por parte de gestores públicos.
Enquanto os nomes ainda se articulam nos bastidores, a pergunta que paira no ar é: quem vai despertar o eleitorado de Mato Grosso do Sul?
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal