quinta, 04 de junho, 2026
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Se você leitor Diário do Estado como eu gosta de azeite é bom ler com bastante atenção essa matéria e ficar por dentro daquilo que pode levar para sua casa e oferecer para sua família.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, ontem segunda-feira (7), a proibição da venda de todos os lotes do azeite de oliva extravirgem da marca Vale dos Vinhedos. A medida, que consta no Diário Oficial da União, reforça o cerco das autoridades contra produtos alimentícios com origem duvidosa e composição adulterada.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e alerta para riscos à saúde e fraudes no mercado de alimentos
De acordo com a Anvisa, o produto investigado possui origem desconhecida e traz como responsável pela importação a empresa Intralogística Distribuidora Concept Ltda., cujo CNPJ está suspenso por inconsistência cadastral junto à Receita Federal. Além disso, análises laboratoriais indicaram irregularidades na composição e na rotulagem do azeite, o que compromete a confiança do consumidor e pode gerar riscos à saúde.
Essa não é a primeira ofensiva do governo contra fraudes em azeites neste ano. Em maio e junho de 2025, outras marcas também foram alvo de apreensões e sanções, numa tentativa de frear a comercialização de produtos adulterados, que frequentemente chegam ao mercado com preços muito abaixo do valor de mercado um dos principais sinais de alerta.
Para evitar ser enganado, o Ministério da Agricultura recomenda que os consumidores fiquem atentos a três pontos cruciais:
Prefira azeites com envase recente
Desconfie de preços excessivamente baixos;
Evite comprar azeites a granel ou sem procedência clara.
Além disso, os consumidores podem consultar a ferramenta Cadastro Geral de Classificação (CGC), do próprio ministério, para verificar se a empresa importadora, produtora ou distribuidora do azeite está devidamente registrada. O registro é obrigatório e essencial para garantir que o alimento passou pelos critérios sanitários e de qualidade exigidos por lei.
A Anvisa também oferece uma plataforma digital de consulta de produtos irregulares ou falsificados, onde é possível inserir o nome da marca e verificar se há registros de infrações ou proibições.
Essa nova decisão acende um alerta para o consumidor: o mercado de azeites continua sendo alvo de adulterações e fraudes, exigindo atenção redobrada na hora da compra. Escolhas conscientes não apenas protegem a saúde, como também combatem práticas ilegais que colocam em risco a segurança alimentar da população.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS