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Foi com “alegria e grande expectativa” que o município de Coxim, a 260 quilômetros de Campo Grande, recebeu a informação de que o Governo Federal pretende direcionar recursos para a recuperação do Rio Taquari – um dos símbolos da riqueza natural de Mato Grosso do Sul, que encontra-se em avançado estado de assoreamento.
23 de outubro de 2017
Campo Grande News
Foi com “alegria e grande expectativa” que o município de Coxim, a 260 quilômetros de Campo Grande, recebeu a informação de que o Governo Federal pretende direcionar recursos para a recuperação do Rio Taquari – um dos símbolos da riqueza natural de Mato Grosso do Sul, que encontra-se em avançado estado de assoreamento.
“Notícia muito especial, porque o Rio Taquari é retrato da nossa rica natureza, além de ser muito importante economicamente, do ponto de vista turístico”, disse o prefeito do município, Aluízio Cometki São José.
O anúncio da criação de um fundo nacional para levantar R$ 4 bilhões para o meio ambiente foi feito pelo presidente Michel Temer (PMDB) neste sábado (21), em Miranda, durante o II Encontro Carta Caiman, que prevê ações em conjunto entre MS e Mato Grosso sobre o Pantanal.
Os recursos seriam levantados por meio de conversão de multas do setor em investimentos na área, que totalizam R$ 12 bilhões.
A expectativa é que o estado receba parte – ainda não estimada - dos R$ 4 bilhões, possibilitando que projetos de recuperação do rio saiam do papel.
Segundo o prefeito, o assoreamento do rio é um dos maiores passivos ambientais do Brasil. “Há muito tempo existe esse debate em torno da recuperação do Rio Taquari. Estamos muito esperançosos de que agora as ações poderão se concretizar”, disse, referindo-se aos estudos que já vem sendo realizados por meio de entidades ambientais locais.
O prefeito adiantou que, nas próximas semanas, está prevista reunião com o stro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), em Brasília (DF), com o propósito de compreender o formato desse fundo e identificar quais medidas o município poderá tomar, conjuntamente com o Consisa VRT (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Taquari).
Arrecadação - O governo assinou o decreto que prevê uma espécie de renegociação de dívidas. Arrecadando apenas 5% do total de multas ambientais aplicadas a empresas, a União decidiu converter tais dívidas em ações, por parte das empresas devedoras, em projetos ambientais. O desconto no valor total do crédito pode chegar a 60%.
Esta proposta prevê R$ 4,6 bilhões, dinheiro que será utilizado na recuperação do meio ambiente.
Michel Temer também assinou uma MP (Medida Provisória) com a estimativa de conseguir mais R$ 1,5 bilhão. A ideia é criar um fundo público para que as empresas que se instalarem no País depositem um dinheiro correspondente ao empreendimento, ao invés de aplicar alguma medida de compensação ambiental, que é o que acontece hoje.
Este recurso apontado pelo governo corresponde à projetos já instalados no território nacional. Ou seja, a medida vai valer de forma retroativa e também para os próximos projetos.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS