quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
O prefeito de Coxim, Aluizio São José, participou ontem da solenidade de lançamento da pedra fundamental da sede da Defensoria Pública de Coxim, na esquina da avenida Mato Grosso do Sul com Rua Barão do Rio Branco.
19 de fevereiro de 2019
Assessoria
O prefeito de Coxim, Aluizio São José, participou ontem da solenidade de lançamento da pedra fundamental da sede da Defensoria Pública de Coxim, na esquina da avenida Mato Grosso do Sul com Rua Barão do Rio Branco.
Ele estava acompanhado do defensor público-geral do Estado, Luciano Montali, do defensor público Cristiano Ronchi Lobo, do ex-deputado estadual Junior Mochi, e de autoridades da Segurança Pública, do Judiciário e do Legislativo municipal.
A obra está sendo feita em terreno de pouco mais de 1.500 metros quadrados doado pelo Município à Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, com valor de R$ 901.789,55 e prazo para conclusão previsto para novembro.
"O direito ao acesso à Justiça é fundamental para que alcancemos o estado democrático de direito, à altura que todos nós sonhamos. Em um país com tantas desigualdades, a Defensoria Pública tem um papel estratégico, garantindo às pessoas mais humildes o acesso à Justiça", disse Aluizio.
"Agradeço pela deferência da Defensoria em priorizar nosso município. Esta obra trará mais conforto, dignidade à população e aos servidores e defensores públicos. Vai também gerar emprego, além de valorizar esta região urbana, pois já concentra o Fórum, a OAB, entre outras repartições públicas. Já efetivamos a doação de área também para o Ministério Público e para o 5º Batalhão de Polícia Militar. E essa proximidade física entre essas instituições vai otimizar as respectivas dinâmicas e gerar economia no futuro", destacou o prefeito.
O defensor público-geral do Estado, Luciano Montali, agradeceu a parceria: "É um dia de comemoração e agradecimento pois é um sonho que passa a se concretizar. Agradeço ao prefeito Aluizio, ao ex-deputado Junior Mochi, à Câmara Municipal que chancelou a doação por parte do município para a Defensoria Pública. A população de Coxim vai ser beneficiada, os servidores, os defensores, a população vai ser recebida de forma mais digna".
O defensor público Cristiano Ronchi Lobo fez uma breve retrospectiva da Defensoria Pública em Coxim, rememorando desde quando o órgão funcionava em uma pequena sala na dependências do Fórum, até que em 2013 mudou para um imóvel alugado (onde é atualmente), mas que, segundo ele, logo passou a ser insuficiente para atender o fluxo. Na sequência cronológica, o prefeito Aluizio se dispôs a ceder o terreno para a Defensoria e a Câmara Municipal chancelou a decisão, até que a Defensoria conseguiu recursos para licitar a execução da obra: "Para um atendimento de qualidade a essa parte da população hipossuficiente, precisamos de um prédio adequado e agora graças a todos esses parceiros conseguimos manter nossa missão de bem atender o povo".
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS