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Aluizio esclarece sobre casos suspeitos e barreiras sanitárias em Coxim

Até esta quarta-feira não foram registrados novos casos suspeitos

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26 de março de 2020

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Assessoria

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O prefeito de Coxim, Aluizio São José, divulgou vídeo nas redes sociais na noite de terça-feira (24 de março) esclarecendo sobre dois casos suspeitos de coronavírus em Coxim, registrados no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul.

 

Acompanhado do secretário municipal de Saúde Pública, Franciel Oliveira, e do diretor-clínico do Hospital Regional de Coxim, Dr. Marco Túlio D'Andretta, Aluizio disse que os casos são considerados suspeitos devido à mudança recente no protocolo do Ministério da Saúde.

O novo protocolo determina que pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), caracterizado por paciente hospitalizado com febre, acompanhada de tosse ou dor de garganta e com dificuldades em respira, sejam classificados como suspeitos de coronavírus Covid-19.

O primeiro caso é uma criança de 7 anos que chegou ao hospital com tosse e dificuldades em respirar, foi atendida conforme o protocolo, teve o estado de saúde estabilizado e recebeu alta para quarentena em casa. 

O outro caso é uma mulher que chegou ao hospital para dar à luz, e após o parto (cesariana), teve dificuldades em respirar. Foi feito o protocolo, e a paciente está isolada em estado estável.

Em ambos os casos foram coletadas amostras dos pacientes, encaminhadas ao laboratório em Campo Grande. Ontem, um dos casos foi descartado como coronavírus. O outro resultado deve sair nos próximos dias.

Barreiras sanitárias nas entradas da cidade

Aluizio destacou ainda que estão sendo montadas barreiras sanitárias em pontos estratégicos da área urbana de Coxim, com o objetivo de resguardar a população coxinense.

"O objetivo é simplesmente que possamos controlar melhor, orientar quem chega e quem sai, monitorar quem está vindo de outras cidades, familiares de nossa população, e possamos, por meio de nossas equipes, monitorar a situação de saúde dessas pessoas, indicando a quarentena e monitorando o isolamento social", explicou o prefeito. 

"Não criemos pânico. Você que tem parentes que viajaram, nossa equipe vai pedir que fiquem em casa de 7 a 14 dias. Haverá exceções, as pessoas poderão transitar desde que sejam de Coxim e tenham justificativas para estarem em Coxim. É difícil falar isso para uma comunidade que vive às margens do rio Taquari, que tem o desenvolvimento turístico como grande força na economia, mas nesse momento, por medidas de segurança sanitária da população, aliado ao decreto 168/2020 que determinou o fechamento de ranchos e hotéis para exploração turística, excepcionalmente pela vinda de turistas que vêm de grandes centros como SP, GO, MG, PR, que poderiam trazer, sem conhecimento e sem sintomas, e eventualmente estarem infectados e disseminarem vírus para nossas famílias. O propósito é resguardar a saúde de nossos idosos, crianças e famílias coxinenses", disse Aluizio.

 

Transparência nas informações

Aluizio ressaltou também que a administração municipal preza pela transparência dos fatos e que por isso passará a divulgar as informações pelos canais oficiais, perfis oficiais nas redes sociais, emissoras de rádio, sites de notícias e jornal locais. 

"A partir de agora que temos casos suspeitos, vamos emitir boletins diários para tranquilizar a população. Acompanhem pelos canais oficiais da Prefeitura de Coxim", finalizou ele.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS