quinta, 04 de junho, 2026
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Na última semana legislativa de 2019, de 16 a 20 de dezembro, o Parlamento sul-mato-grossense realizará reunião da Frente Parlamentar para a Regularização Fundiária, fórum com lideranças indígenas e sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga eventuais irregularidades praticadas pela concessionária Energisa.
Além desses eventos, ocorrerão as atividades ordinárias do Parlamento: reunião semanal da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), às 8h de quarta-feira; e sessões plenárias às terças, quartas e quintas-feiras, a partir das 9h.
Terça-feira (17 de dezembro)
Além da reunião ordinária, a CCJR realizará, a parir das 8h, no Plenarinho Deputado Nelito Câmara, sessão extraordinária, convocada pelo deputado Lidio Lopes (PATRI), presidente do grupo de trabalho. A realização de sessão extraordinária é necessária, devido à proximidade do recesso parlamentar e do volume de projetos a serem apreciados.
Os integrantes da Frente Parlamentar para a Regularização Fundiária se reunirão a partir das 14h no Plenarinho Nelito Câmara, na Casa de Leis. Na pauta, está prevista a apresentação de proposta do grupo técnico de alteração da Lei 13.465/2017, que dispõe sobre a regularização fundiária rural e urbana. Outro assunto a ser tratado no encontro é sobre o trabalho de coleta de informações nos assentamentos relativas ao Censo 2020.
Na reunião da Frente Parlamentar, também deverá ser discutida a regularização do fornecimento de energia nas pequenas propriedades rurais. Está pautada, ainda, a apresentação da conclusão dos trabalhos sobre os limites de Jaraguari, Rochedo e Bandeirantes. Por fim, está prevista a discussão sobre os ofícios enviados pela Frente referentes a demandas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e à solicitação feita à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, de fornecimento de energia aos assentamentos.
Quarta-feira (18 de dezembro)
Durante a tarde, será realizada sessão ordinária da CPI da Energisa. O grupo, presidido pelo deputado Felipe Orro (PSDB), apura irregularidades relacionadas à empresa Energisa, concessionária de energia de Mato Grosso do Sul. A reunião será das 14h às 17h no Plenarinho Deputado Nelito Câmara, na Assembleia Legislativa.
A CPI foi instaurada no dia 12 de novembro, após requerimento, apresentado por Felipe Orro e assinado por todos os parlamentares da ALEMS. São titulares da CPI, além de Orro, os deputados Capitão Contar (PSL), João Henrique (PL), Renato Câmara (MDB) e Barbosinha (DEM).
Quinta-feira (19 de dezembro)
Por proposição do deputado Neno Razuk (PTB), a ALEMS realizará o 1º Fórum de Caciques de Campo Grande. O evento proporcionará espaço para discussão sobre problemas que afetam as comunidades indígenas rurais e urbanas de Mato Grosso do Sul. O fórum será realizado das 14h às 17h no Deputado Plenarinho Nelito Câmara, na Casa de Leis. São esperados 14 caciques, além de vice-caciques e outras lideranças.
Serviço
As ações parlamentares podem ser acompanhadas pelas mídias sociais, no Facebook, Instagram e Twitter. Outras informações também são divulgadas pelo WhatsApp (+55 67 3389-6393). Para fazer parte da lista de transmissão da ALMS, basta enviar nome, profissão e cidade de origem e salvar o número da Casa de Leis.
A Assembleia Legislativa está localizada na Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, no Jardim Veraneio, Parque dos Poderes, Bloco 9, em Campo Grande.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS