quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Com o início do mês de agosto, inicia-se também a campanha do Agosto Lilás que nasceu com o objetivo de alertar a população sobre a importância da prevenção e enfrentamento à violência contra Mulher.
Instituída por meio da Lei Estadual número 4.969/2016 a campanha nasceu pela Subsecretaria de Políticas Públicas para as mulheres ( SSPM).
Durante todo mês de Agosto campanhas veinculadas na TV e materiais informativos serão entregues a população como forma de orientar como ajudar a combater a violência contra mulher .
O Mato Grosso do Sul têm a maior taxa de feminicídio do Brasil de acordo com os dados do monitor de violência divulgados pelo portal G1 em março desse ano .
Não podemos nos esquecer que a violência contra mulher deita em raizes no sistema patriarcal e no machismo estrutural.
Muito têm sido feito ao longo dos anos em face ao combate contra esse tipo de violência covarde em que as mulheres são diariamente expostas, mas, muito mais ainda precisa ser feito para extirpar esse mal da sociedade.
O feminicídio têm crescido assustadoramente não mais escolhendo só os grandes centros como seus cenários de horror, as pequenas cidades também têm registrado com frequência um
Aumento muito significativo na estatística desses casos.
O feminicídio é homicídio praticado em decorrência da vítima ser mulher, misoginia, menosprezo pela condição feminina ou discriminação de gênero, ou em decorrência da própria violência doméstica.
Na maioria das vezes os casos chamam a atenção pela covardia e a forma cruel que foram praticados.
A revolta se dá principalmente pelos crimes serem praticados por aqueles que juraram amor e proteção à essas mulheres.
Nós, enquanto mulheres, desejamos, esperamos e sonhamos com o dia que enfim poderemos andar pelas ruas livres de medos dos assédios e violência .
Que nos seja dado o direito que nos é resguardado na constituição Brasileira de direito à vida, a ir e vir e a liberdade.
Que todos os meses do ano sejam Agosto, mas que sejam o agosto de conquistas, vitórias e esperança e que um dia nao seja preciso um mês de conscientização para lembrar a todos que temos Direito a viver.
Em Coxim o CRAM, centro de atendimento à mulher localizado na avenida Virgínia Ferreira 307
Tel 3291-4535 está aberto todos os dias de segunda-feira à sexta-feira com equipe pronta para atender as mulheres que precisam de atendimento.
E caso vc seja vítima de violência ou queira fazer uma denúncia o tel é o 180.
Não se cale DENUNCIE
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS