quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Geral
Com mais de mil profissionais envolvidos, entre agentes de campo, supervisores e coordenadores, o e-Visita foi criado em Mato Grosso do Sul e começou a ser implantado em 2016
7 de junho de 2019
Ricardo Minella – Secretaria Estadual de Saúde (SES)
Agentes de Combate a Endemias (ACE) de 46 municípios sul-mato-grossenses já estão utilizando o aplicativo de celular denominado E-visita para monitorar e registrar informações das visitas que fazem às residências. A tecnologia, criada pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CETEC) da Secretaria de Estado de Saúde (SES) deverá ser utilizada, dentro de algumas semanas, por outras 15 cidades.
Com mais de mil profissionais envolvidos, entre agentes de campo, supervisores e coordenadores, o e-Visita foi criado em Mato Grosso do Sul e começou a ser implantado em 2016. Com ele, em vez de fazer anotações no papel, o profissional registra no aplicativo todas as condições encontradas podendo, se necessário, tirar fotos e enviá-las via on-line para o município ou Estado. Desta forma, os gestores podem tomar decisões e providências de forma mais rápida e eficiente.
Para possibilitar o uso adequado do sistema, a SES faz o treinamento dos agentes e entrega a cada um deles um aparelho smartphone com o aplicativo devidamente instalado. No total, já foram entregues mil celulares. A utilização da tecnologia depende da adesão dos municípios, uma vez que o cadastro das residências é feito com base em dados fornecidos pelas prefeituras.
“A concepção do e-Visita enquanto aplicativo para celulares e plataforma Web para gestão, propõe total mudança da abordagem do modelo anterior de registro das visitas domiciliares realizada pelo Agente de Controle de Endemias”, explica Marcos Espíndola, coordenador da CETEC.
Atualmente, todos os ACE’s de Mato Grosso do Sul foram treinados para o uso da tecnologia, porém alguns municípios ainda não estão utilizando a tecnologia por ainda não terem concluído o cadastro dos imóveis no sistema. Os aparelhos já foram entregues para 61 municípios. Os outros 18 deverão recebe-los até o final deste ano.
Municípios
O e-Visita já vem sendo utilizado pelos municípios de Água Clara, Alcinópolis, Amambai, Antônio João, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Aral Moreira, Bandeirantes, Bataguassu, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Caracol, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corguinho, Coronel Sapucaia, Corumbá, Coxim, Costa Rica, Douradina, Fátima do Sul, Figueirão, Glória de Dourados, Guia Lopes, Iguatemi, Inocência, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Jaraguari, Jardim, Juti, Laguna Carapã, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paraíso das Águas, Paranaíba, Paranhos, Pedro Gomes, Ponta-Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde de Mato Grosso, Santa Rita do Pardo, Selvíria, Sete Quedas, Sidrolândia, Sonora, Tacuru, Taquarussu, Terenos e Três Lagoas
Deverão receber os smartphones, até o final do ano, as cidades de Anastácio, Anaurilândia, Angélica, Batayorã, Campo Grande, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Eldorado, Jateí, Ladário, Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante, Rio Negro, Rochedo e Vicentina.
Em MS, apenas Camapuã e São Gabriel do Oeste ainda não fizeram a capacitação de seus agentes para o uso do e-Visita. No total, dois mil aparelhos celulares com o aplicativo serão distribuídos em Mato Grosso do Sul para os profissionais de campo até o final do projeto.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS