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AGEMS fiscaliza segurança de barragem em usinas de Mato Grosso do Sul

A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (AGEMS) realiza nos meses de maio e junho fiscalização de duas usinas geradoras de energia, com foco nas condições de segurança das barragens.

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24 de maio de 2022

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MS.Gov

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A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (AGEMS) realiza nos meses de maio e junho fiscalização de duas usinas geradoras de energia, com foco nas condições de segurança das barragens. O trabalho integra a ação nacional chamada Campanha de Fiscalização de Segurança de Barragens 02/2022, realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em cooperação com quatro Agências Reguladoras Estaduais.

Foram selecionadas em todo o País 67 usinas hidrelétricas que serão objeto de ações presenciais entre abril e julho. Em Mato Grosso do Sul serão inspecionadas a Usina Hidrelétrica São Domingos e Usina Hidrelétrica Ponte de Pedra.

“Temos realizado um trabalho de excelência na verificação das usinas em Mato Grosso do Sul já há vários anos, para garantir o suprimento de energia. E desde que ocorreram incidentes com barragens de mineração no Brasil esse trabalho voltado para a segurança das barragens nas hidrelétricas foi aperfeiçoado pela Aneel e outros órgãos governamentais. Mais uma vez, a AGEMS está presente para checar a confiabilidade dos empreendimentos aqui no Estado”, afirma o diretor-presidente da Agência, Carlos Alberto de Assis.

Verificação dos Planos de Melhorias

O objetivo da campanha é verificar a conformidade das geradoras em relação à Política Nacional de Segurança de Barragem (PNSB), de acordo com o que prevê a Lei nº 12.334, de 20 de setembro de 2010, e na Resolução Normativa da Aneel nº 696, de 15 de dezembro de 2015.

As usinas selecionadas para fiscalização se encontram com nível de segurança na condição “Atenção”, “Alerta” ou “Emergência”, ou apresentam pendências remanescentes de fiscalizações anteriores. É o caso dos empreendimentos de Mato Grosso do Sul listados. Em 2019, a AGEMS fiscalizou nove usinas hidrelétricas. Na UHE Ponte de Pedra e UHE São Domingos foram identificadas não-conformidades, e solicitada a elaboração de Plano de Ação/Plano de Melhoria para a solução das irregularidades.

A implementação dos Planos de Melhoras será agora avaliada na nova fiscalização. A Ponte de Pedra será a primeira a receber a equipe da AGEMS na nova etapa de inspeção presencial para confirmar a solução das incorreções. Engenheiros da Câmara Técnica de Energia estarão na usina nos dias 24 e 25 de maio. Nos dias 1º e 2 de junho será a vez dos trabalhos na UHE São Domingos.

“Nós alinhamos com a Superintendência de Fiscalização da Geração da Aneel a inclusão, no nosso Termo de Referência, do retorno a essas usinas para acompanhar as ações realizadas, com uma nova fiscalização a campo”, explica o Diretor de Energia, Valter Almeida da Silva. “É um trabalho que vem sendo fortalecido nos últimos anos, para garantir estruturas seguras e minimizar riscos de incidentes”.

Essa ação compõe uma das entregas previstas no Contrato Interno de Gestão da Diretoria que prevê a ampliação do escopo de atuação da AGEMS no convênio da Aneel, complementa o Diretor Valter.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS