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Agems conhece de perto a realidade de moradora que complementa a renda com a coleta seletiva

Artesã Eloides Pires de 59 anos trabalha com reciclagem há 2 anos.

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24 de junho de 2022

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Idest

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Muito além de trabalhos técnicos regulatórios e fiscalizações diárias, a equipe da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agems), também está atenta às necessidades dos cidadãos que ganham a vida ou complementam a renda com a coleta seletiva e que carregam consigo a essência de cuidar do Meio Ambiente.

 

Essa é a realidade da artesã Eloides Pires, de 59 anos, que trabalha com reciclagem há dois anos. Na quinta-feira (23), ela recebeu em sua casa o diretor-presidente da Agems, Carlos Alberto de Assis, e a diretora de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos, Iara Marchioretto, que tiveram a oportunidade de conhecer mais de perto esse trabalho desenvolvido no Jardim Batistão.  

Em uma bicicleta improvisada, ela busca pelo menos três vezes por semana, todo tipo de papelão e plástico, como garrafas pet, por exemplo, e galões maiores onde as pessoas reutilizam para armazenar sabão de álcool artesanal que é feito com óleo de cozinha já usado. 

Ela conta que recolhe os objetos que encontra e transporta até um centro de reciclagem. Cada produto recolhido tem um valor diferente na hora da venda e é dessa forma que ela garante parte de seu sustento.

Impressionado com a disposição e criatividade de dona Eloides para reciclar, o Diretor da Agência de Regulação, Carlos Alberto de Assis, subiu na bicicleta improvisada e afirmou que o trabalho é pesado, mas muito nobre e gratificante. 

“É preciso ver de perto a realidade de quem recicla, de quem salva o meio ambiente, que torna a reciclagem dinheiro, fonte de renda. A Agems avança cada vez mais nessa discussão e está aqui à disposição para entender as necessidades e conhecer os projetos que envolvem a sustentabilidade. É gratificante estar aqui, conhecer a história e o trabalho que a dona Eloides desempenha em prol de todos. Nós queremos apoiar essa ideia e trabalhar ainda mais a reciclagem e a coleta seletiva”, afirma Assis.  

Reutilizável

E não é só de papelão e PET que a artesã recicla. Ela também reutiliza a água potável, lavando calçadas, molhando as plantas e até utilizando para lavar tapetes.

A diretora de Saneamento, Iara Marchioretto, comenta que ouvir a comunidade e entender a realidade de perto é importante para desenvolver novas metodologias e implementar a cultura da educação ambiental. 

É por isso que nós da Agems estamos aqui, para aprender como tudo isso funciona. Como trabalham, como se organizam, e o que pode ser melhorado. A história da dona Eloides é um grande exemplo para todos nós”, disse. 

Solidariedade

Além de sustentável, dona Eloides também ajuda o próximo. Ela mantém vivo um varal solidário que todos os dias, tem roupas estendidas para ajudar quem passa pelo bairro. Ela também recebe móveis, geladeiras, e coordena as doações para quem precisa. 

“E acho muito importante esse trabalho, além de complementar a minha renda ajuda o ambiente onde eu moro. As doações também são uma alegria diária. As pessoas sempre passam e pegam as roupas, algumas até se vestem aqui mesmo. Eu fico feliz em ajudar e também fico contente quando alguém deixa uma sacola e ajuda nas doações”, finaliza a artesã. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS