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Estudo técnico começou a ser realizado em aeródromos regionais de Mato Grosso do Sul para avaliar a viabilidade de concessão e elaboração de planos diretores de funcionamento.
17 de dezembro de 2023
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Estudo técnico começou a ser realizado em aeródromos regionais de Mato Grosso do Sul para avaliar a viabilidade de concessão e elaboração de planos diretores de funcionamento. O trabalho de campo da consultoria já começou, e tem previsão de que os estudos de pré-viabilidade sejam concluídos em um ano.
As atividades tiveram início ontem (14), em Aquidauana e seguem nesta sexta-feira (15), em Jardim. Serão avaliados 20 locais visando eventuais concessões de aeródromos regionais e planos diretores
“Temos um plano aeroviário de R$ 250 milhões garantidos para investirmos nos aeródromos do Estado. Um estudo como esse, levantamento de viabilidade, possibilita a aplicação de recursos corretamente, onde é necessário de fato. Caso não alcance números favoráveis para a concessão, esses estudos vão servir para investimentos com recursos próprios nesses aeroportos, que são extremamente importantes regionalmente”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística Hélio Peluffo.
Aeroporto do município de Costa Rica
Entram na fase de estudos para concessão os aeroportos dos municípios de Aquidauana, Bonito, Campo Grande (Santa Maria), Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Dourados, Jardim, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Porto Murtinho, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas. Também estão incluídos na análise de viabilidade os aeródromos que serão implantados em Água Clara, Amambai, Inocência e Maracaju – que não possuem pavimento. O plano diretor será feito para os aeródromos de Bonito, Dourados, Três Lagoas, Naviraí e Porto Murtinho.
“O estudo tem como objetivo identificar a vocação de cada aeródromo regional que temos no Estado. Após a conclusão a gente vai saber qual região tem vocação turística, para uma aviação mais executiva, comercial. E com isso, vamos acelerar o crescimento da aviação nas regiões mais afastadas da Capital. Trazer agilidade no transporte, e isso impacta a economia, geração de emprego, e com certeza todos os ramos da sociedade”, explicou Derick Hudson de Souza, superintendente Viário e coordenador de Transporte Aéreo da Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística).
O mapeamento – tanto dos aeródromos privados quanto públicos – identificará a dinâmica de cada aeroporto e resultará no levantamento de possibilidades de concessão ou parceria público-privada (PPP).
“Com a entrega dos resultados dos estudos de mercado, projeções de demanda, análise de oferta atualizada e regionalizada, servirão de base para nossa tomada de decisão”, disse Eliane Detoni, secretária especial de Parcerias Estratégicas.
Além de levantamentos direcionados ao aeródromo, os municípios também fazem parte do estudo, que vai identificar a vocação de cada região. “O estudo tem duração de um ano porque envolve a geoeconomia da região. Então a equipe vai até o aeroporto, faz os levantamentos no local e na cidade. Inclusive com entrevistas a representantes comerciais e do setor do turismo. Ao final da contratação do estudo vamos ter um panorama muito efetivo de cada região, e de onde temos que investir”, apontou Souza.
Pantanal
Um dos objetivos do Estado é estruturar aeroportos no Pantanal da Nhecolândia e na região do Morro do Azeite para desenvolver a logística e a infraestrutura aeroportuária, dando agilidade nas ocorrências de incêndios florestais e também no atendimento de saúde de ribeirinhos e outras pessoas que vivem e trabalham no bioma. Em fase de projetos, os aeródromos da Nhecolândia e do Morro do Azeite serão construídos com pista, pátio e cercamento.
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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS