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Advogado é preso na porta de presídio com droga 100 vezes mais forte que maconha

Os papeizinhos parecem ser de K4, entorpecente produzido em laboratório com efeito alucinógeno muito potente

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18 de novembro de 2021

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Anahi Zurutuza - Campo Grande News

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Um advogado foi preso, na manhã de quarta-feira (17), ao tentar passar pela revista do Estabelecimento Penal Feminino “Irmã Irma Zorzi”, em Campo Grande, com 633 "selos" que parecem ser de K4, droga sintética 100 vezes mais potente à maconha. Os papeizinhos alaranjados, produzidos em laboratório, estavam escondidos no cós de uma calça jeans.

De acordo com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), o flagrante ocorreu por volta das 10h15, durante a revista nos pertences levados pelo profissional para ser entregue das internas.

Ainda conforme relatado por policiais penais da unidade prisional, o advogado tentou fugir, mas foi capturado por equipe do GEP (Grupamento de Escolta Penitenciária) e chegou a agredir um dos servidores.

Após a detenção do suspeito, a OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil Seccional de Mato Grosso do Sul) foi chamada para acompanhar a ocorrência.

O advogado foi levado para a Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), onde policiais penais também entregaram as imagens do videomonitoramento do presídio e o entorpecente, que passará por teste para a constatação para confirmar que se trata da droga sintética.

Segundo a Agepen, este não é o primeiro flagrante de entorpecentes sendo entregues em meio aos pertences de detentas por advogados no presídio feminino. Em março deste ano, drogas foram encontrados escondidas em potes de desodorantes, com nove invólucros contendo maconha e cocaína. Já em setembro do ano passado, os servidores flagraram um advogado tentando entregar porções de maconha escondida dentro de um tubo de creme dental.

Também não é a primeira tentativa de introduzir a K4 em presídios de Mato Grosso do Sul. No sábado passado, dia 13, visitante tentou entrar com 478 pontos da droga sintética na Penitenciária Estadual de Dourados, mas foi pego durante a revista de pertences.

Não faz muito tempo que a K4 foi descoberta, inicialmente por cientistas do Departamento de Perícias Laboratoriais do Instituto-Geral de Perícias de Porto Alegre (RS), e depois foi identificada circulando em estabelecimentos penais de São Paulo. De acordo com especialistas, a droga produz efeitos semelhantes aos da maconha, mas tem potencial alucinógeno 100 vezes maior. 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS