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Advogado coxinense aciona Michel Teló na Justica

O cantor sertanejo Michel Teló foi acionado na Justiça do Mato Grosso do Sul, após o Grupo Tradição não pagar uma indenização aos herdeiros da música “Pé de Cedro”.

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1 de dezembro de 2021

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Assessoria

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O cantor sertanejo Michel Teló foi acionado na Justiça do Mato Grosso do Sul, após o Grupo Tradição não pagar uma indenização aos herdeiros da música “Pé de Cedro”. Na época, o juiz 
Cláudio Müller Pareja, determinou o valor da condenação em R$ 30 mil, contudo, o valor corrigido, ultrapassa os R$ 130 mil.
De acordo com a ação, que tramita perante a 1ª Vara Cível de Coxim, Hilger Coutinho da Silva e Ilda Alves da Silva, venceram a briga judicial no ano de 2012, entretanto, estão até hoje sem receber o dinheiro
O processo em questão, que resultou na condenação do Tradição, ocorreu por causa da alteração de um trecho na letra da música, sem autorização, durante a gravação de um CD e DVD que ocorreu no ano de 2005, na cidade de Campo Grande, e na ocasião o cantor Michel Teló ainda era o vocalista do grupo. Na parte onde diz: “no meu último repouso na cidade de Coxim”, o Tradição mudou para: “no meu último repouso na cidade de Campo Grande”, desapontando os responsáveis pela obra.
Ocorre que, segundo o processo, eles não conseguiram êxito na execução da sentença
sem receber os valores, seus advogados tentam com a nova ação a desconsideração da
personalidade jurídica da empresa Tradição Representações Artísticas Ltda, ou seja, agora querem buscar os bens dos sócios para receber o valor pendente. Eles afirmam que Teló consta como sócio do “Grupo Tradição
“Processe-se o presente incidente de desconsideração da personalidade jurídica apresentado em desfavor de Tradição Representações Artísticas Ltda”, decidiu o juiz Bruno Palhano.
O pedido feito à Justiça, é para que seja efetuado o pagamento da dívida, e na recusa seja realizada a penhora de bens em nome dos sócios. Ainda de acordo com a ação, o advogado menciona o cantor Michel Teló: “Seja a ação julgada procedente desconsiderando a personalidade jurídica, intimando-se os sócios-proprietários da empresa [Tradição Representações Artísticas] na pessoa do senhor Michel Teló”.
Mas como são vários sócios, há dificuldade para citar e intimar cada um deles.

 

Outro lado
Em defesa, um dos sócios do Grupo Tradição, o músico Luis Gustavo Garcia, já se manifestou no dia 4 de novembro. Ele alega sua ilegitimidade passiva e diz que é sócio minoritário, desta forma, se se confirmar a desconsideração da personalidade jurídica, a responsabilidade deverá recair sobre os sócios administradores, quais sejam, Michel Teló e Wagner Braga Hildebrand.

Advogados dos herdeiros
À Coluna Fábia Oliveira, os advogados de Coxim, Dr. Cleidomar Furtado Lima e Dr. Edilson Magro, que representam os herdeiros da música “Pé de Cedro” [Hilger Coutinho da Silva e Ilda Alves da Silva], confirmaram o valor atual da dívida existente, e que já são vários anos aguardando que a empresa pague indenização aos seus clientes.
Procurada pela reportagem da Coluna Fábia Oliveira Em Off, a assessoria de imprensa do cantor não se pronunciou. O espaço permanece aberto para que Michel Teló possa se manifestar sobre o assunto. (Fonte-  https://emoff.ig.com.br/colunas/fabia-oliveira/michel-telo)
 

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS