quarta, 03 de junho, 2026
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Na sessão de terça-feira (23), a vereadora Adriana Nabhan reivindicou vacinação contra Covid-19 aos profissionais da Segurança Pública de Coxim, enfatizando que os Policiais Militares, Militares Ambientais, Policiais Civis, Penais e a Polícia Rodoviária Federal são considerados essenciais ao controle de doenças e a manutenção da ordem pública, desta forma merecem ser priorizados.
Em tribuna a vereadora pediu apoio aos demais vereadores para que juntos possam unir forças em prol dos policiais de Coxim, trazendo informação da morte de um PM da Ativa, que prestava serviços à população, mas que foi contaminado e veio a óbito.
“Estes policiais estão em contato direto com a população, tendo que prestar seus serviços, correndo risco e colocando em risco os seus familiares”, afirma a parlamentar. Adriana, tem informações que policiais de todos os seguimentos já foram contaminados e que alguns ainda se encontram em isolamento domiciliar.
Também em seu levantamento, a vereadora apontou que o total de policiais a serem vacinados em Coxim não chega a 200. “Não é um número grande, acredito que tenha outros segmentos prioritários que também mereçam ser vacinados. Mas os policiais que diariamente estão na linha de frente, esses sim merecem muito, defendeu.
Diariamente as guarnições são acionadas pelo Executivo Municipal através da Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária, para dar apoio ao cumprimento da fiscalização do Decreto Municipal, onde muitas das vezes precisa-se da força policial.
Ainda durante a defesa, Adriana afirma que há uma Lei Federal que já considera estes profissionais essenciais ao controle de doenças e a manutenção da ordem pública e que o oficio Circular 57/2021, expedido pela Vigilância em Saúde do Ministério de Saúde, faculta a Estados e Municípios a possibilidade de adequação dessa priorização conforme a realidade local.
A parlamentar finalizou pedindo ao Comandante geral da PM, aos chefes de outras forças policiais e ao Governador Azambuja, “que olhe com carinho pelos seus policiais que tanto lhes servem e servem a população diariamente, prestando bons serviços e colocando suas vidas e de seus familiares em risco, porque precisam trabalhar”, disse Adriana.
Essa solicitação será encaminha ao Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Secretário de Saúde do Estado e também ao Presidente da Assembleia Legislativa de MS.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS