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Carlos Fernando Soares, acusado de assassinar Márcia Catarina Lugo Ortiz, 57 anos, com um tiro na cabeça, limpou a conta da vítima e ainda fez compras no cartão de crédito, em Campo Grande.
10 de novembro de 2021
Dany Nascimento - Top Mídia News
Carlos Fernando Soares, acusado de assassinar Márcia Catarina Lugo Ortiz, 57 anos, com um tiro na cabeça, limpou a conta da vítima e ainda fez compras no cartão de crédito, em Campo Grande.
“Ele tinha a senha dos cartões, tanto da Marcia, quanto da Mãe da Marcia. Sobre as contas da mãe, poucos dias antes da morte de Marcia, ele fez várias transferências por pix para a conta dele. Um total de de R$ 104 mil de transferência. Depois, ele transferiu mais de R$ 120 mil da conta da Marcia. Não satisfeito, ele zerou a conta e ainda comprou mais R$ 8 mil em roupas para ele e para mãe dele, usando cartão de crédito, deixando a conta negativa”, explica o delegado.
Para a filha de Marcia, Carlos disse que estava no momento da morte e disse que um agiota teria efetuado o disparo que matou a mulher.
“Fizemos trajeto dos últimos passos da vítima em vida. Ele falou que parou no Tarumã, na frente de um mercado, conversou com a irmã, e alega que estava com a Marcia, tentando flagrar o marido dela com uma possível amante. Ele falou que foi abordado na Avenida Bom Progresso. Estava na Caminhonete Sw4, de cor preta. Falou que estava China e Fernando, acreditamos que ele inventou esse Fernando. Falo que o China começou a cobrar uma dívida e que Marcia saiu em sua defesa. O Carlos tinha um revólver calibre .38 guardado em uma bolsa. Ele disse que a arma caiu no chão, que o China pegou, engatilhou e atirou em sua direção, acertando a Marcia”, conta o delegado.
Em depoimento, Carlos disse que Marcia estava no banco da frente. A Perícia aponta que o corpo de Marcia foi transportado no banco traseiro da caminhonete.
Além disso, a polícia recuperou imagens de câmeras de segurança do lava-jato de Carlos, que foram deletadas. Ele aparece lavando a caminhonete da vítima.
“Ele lavou, depois ele tentou levar no funileiro para consertar o tiro que pegou no carro. Dois dias depois, ele levou o carro no tapeceiro. Tudo foi investigado e não existe nenhuma imagem, nenhum fato que comprove a versão apresentava pelo suspeito”, diz o delegado.
Conforme o delegado, imagens comprovam que o agiota, apontado por Carlos como assassino, estava em casa na hora que Marcia foi executada.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS