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AAVC: um sonho se concretizando

A instituição tem atendido a população há 19 anos e agora com muita trabalho prestado, ganha sua sede própria na rua Frei Cirino, no bairro Vila Bela III

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24 de fevereiro de 2015

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Ana Flávia Dorsa

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No domingo (22), a comunidade de coxinense ganhou um presente: o lançamento da pedra fundamental da Associação de Amigos Voluntários e Colaboradores (AAVC). Esta instituição tem atendido a população há 19 anos e agora com muita trabalho prestado, ganha sua sede própria na rua Frei Cirino, no bairro Vila Bela III.
O projeto do prédio, assim como a documentação da entidade atende todas as exigências e por isso recebeu emenda parlamentar dos deputados Marquinhos Trad e Junior Mochi, assim como da Prefeitura Municipal. Devido seu papel social na cidade de Coxim, também contou com o apoio dos vereadores que reconhecem sua importância e por isso também prestigiaram o evento. Acompanharam  os vereadores Adilson do Lago, professora Marilene, Adelson, Adenilson, Franciel Oliveira, Johnny Guerra e Wilmar Vendruscolo.
Sua fundadora e vereadora, Lúcia da AAVC e a sua atual presidente Keila Diniz estavam lado a lado em todo o tempo no lançamento. Em tom emocionado, ambas se tratavam como guerreiras lançando elogios e comemorando a vitória de mãos dadas.
“Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Antes de ser vereadora já realizava este papel, e agora Deus me deu este presente, onde a guerreira Keila está à frente com muita coragem e determinação. A política só me serviu como um instrumento para melhorar a vida das pessoas e lutar ainda mais pela AAVC”, declarou a fundadora.
Já o presidente da Câmara Municipal de Coxim, Adilson do Lago, disse que conhece a Lúcia há duas décadas e que em todo o tempo, a AAVC pode contar com ele, pois sabe do trabalho e da luta para realizar esse papel social.
O prefeito Municipal de Coxim, Aluízio São José, disse que antes de ser prefeito, ainda recém formado, se propôs a ajudar a entidade e na época batalhou para a conquista de alguns equipamentos de computação. Disse que quando entrou na prefeitura ficou surpreso em saber que o convênio era de apenas R$400 reais e que de imediato refez o convênio por entender seu papel, com valor quintuplicado.  Além disso, cedeu cinco estagiários para auxiliar os trabalhos e que está disposto a fazer sempre mais.
O engenheiro Sérgio Arruda disse que o projeto é apenas um grão, pois está disposto a participar desse projeto que é referencia hoje no Estado. Já o parceiro da AAVC, o empresário do Jornal Diário do Estado, Rubens Dantas, comparou Lúcia a Moisés, pois foi escolhida para ajudar um povo sofrido.
O Cirurgião Buco Maxilo Facial, Victor Hugo Pietnozka Rodrigues que sempre esteve à disposição para atender emergências advindas da AAVC, declarou que também se emocionou com a conquista e que não medirá esforços para continuar atendendo a entidade. 
No final, autoridades eclesiásticas encerraram o evento com uma oração do “Pai Nosso” e em seguida ocorreu o descerramento da pedra. Um sonho se concretizando é a conclusão de quem participou deste evento, agora outras etapas virão onde todos terão oportunidade de dar a sua contribuição social. 

Geral

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

Geral

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS