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A três dias de aniversário, trabalhador atacado por onça diz que nasceu de novo

Caso aconteceu na segunda-feira (28) na Fazenda São Lourenço da região do Paiaguás.

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30 de agosto de 2023

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CGNews

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O trabalhador rural Rodrigo Campos, de 40 anos, atacado por onça-pintada, na fazenda São Lourenço, na região do Paiaguás de Corumbá, se recupera na Santa Casa da cidade. Ele faz aniversário na sexta-feira (1º) e afirma estar grato a Deus: "Nasci de novo".

Ao site Diário Corumbaense, Rodrigo contou que só sobreviveu graças ao companheiro de lida que estava com ele na hora que foi surpreendido pelo animal. Rodrigo trabalha na fazenda há três anos, e antes do ataque, na tarde de segunda-feira (28), os dois estavam consertando cerca na propriedade rural, quando escutaram os cachorros latindo.

Eles então foram ver o que era e deram de cara com a onça. “Quando ela viu a gente, já veio para cima. Saímos correndo, mas quando percebi que ia me alcançar, rapidamente, virei de frente para ela, pois se estivesse de costas, com certeza ela pegaria a minha nuca ou pescoço. Foi quando ela pegou um braço, depois o outro. Eu estava com uma faca nas mãos, mas devido ao peso dela, a faca escapou. A partir daí só pensava que não iria sobreviver”, disse Rodrigo.

Corajoso, foi o colega de trabalho da vitima que atingiu o animal com uma faca, cessando o ataque. “Meu amigo, ao perceber que ela estava em cima de mim, voltou rápido e com uma faca a atingiu”, relatou.

Outra situação que também fez com que a onça parasse com o ataque, foi a explosão do celular de Rodrigo. “Ela mordia a minha perna, mas como meu celular estava no bolso, atingiu ele e o aparelho explodiu. Foi por causa disso e a rápida ação do meu amigo que estou vivo", destacou.

No ataque, o trabalhador rural fraturou os dois braços, teve ferimentos lacerantes, mordidas na perna direita e cortes na cabeça por causa dos arranhões da onça. Também sofreu queimadura na região da coxa da perna direita, devido à explosão do celular.

Rodrigo passou pelos procedimentos emergenciais e está internado na enfermaria ortopédica da Santa Casa. As lesões foram mais graves nos braços, o direito é o mais lesionado. Ele está ansioso para receber alta e garante que vai tomar mais cuidado ao voltar para o trabalho.

Caso - O grupamento de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer a vítima e quando chegaram ao local, encontraram o trabalhador rural com os dois braços quebrados e com cortes, a perna direita também estava com marcas de mordidas. O homem ainda tinha cortes na cabeça, por causa dos arranhões da onça.

Ele foi socorrido em uma aeronave até o aeroporto da cidade e depois levado pelo 3º Grupamento de Bombeiros até o pronto-socorro, consciente e orientado. O animal acabou fugindo após o ataque.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

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3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

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3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS