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Os Jogos da Juventude de Mato Grosso do Sul - Jojums - etapa Coxim chegaram ao fim na quarta-feira (6)

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12 de setembro de 2017

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Os Jogos da Juventude de Mato Grosso do Sul - Jojums - etapa Coxim chegaram ao fim na quarta-feira (6) após oito dias de intensa movimentação na cidade de Coxim, com jogos nas modalidades futsal e handebol masculino e feminino.
Os atletas e comissões técnicas se hospedaram em 24 hotéis e ranchos custeados pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, injetando cerca de R$ 1 milhão na economia do município, sem falar nos gastos pessoais que os quase 2 mil atletas, professores e técnicos realizaram.
Mais de 40 guias locais foram disponibilizados para atuarem como cicerones das delegações, acompanhando, orientando, tirando dúvidas e prestando total assistência às equipes, criando vínculos de amizade entre os participantes e a cidade de Coxim.
Foram mais de 160 partidas em sete dias, realizadas em seis quadras que foram revitalizadas para receber a competição. A Prefeitura e a Fundesporte montaram uma super estrutura para recepcionar os atletas e professores de 44 delegações no Salão Paroquial da Igreja São José, com almoço e janta, salão de jogos, desfile Garoto e Garota Jojums, pista de dança e brincadeiras como Passa ou Repassa, tornando a estadia inesquecível.
Na parte esportiva, não faltaram garra, força, dedicação, concentração e equilíbrio até as finais, com jogos definidos nos últimos minutos. Jardim foi o campeão no handebol masculino, Campo Grande no handebol feminino e no futsal feminino. Já no futsal masculino Vicentina venceu Pedro Gomes, nos últimos segundos da prorrogação por 2 a 1 para Vicentina.
Os campeões irão representar Mato Grosso do Sul nos Jogos Escolares da Juventude Nacionais, marcados para o mês de novembro, em Brasília (DF).
Para o prefeito Aluizio São José, a missão foi cumprida com muita alegria e certa emoção: “O sentimento de que tudo correu bem, uma parceria muito boa com a Fundesporte, a alegria da nossa população ter recebido muito bem os visitantes. A abertura foi um sucesso, lotou o ginásio Fernando Fontoura, a participação de nossos idosos abrilhantou o evento. Os jogos deixaram legados para o nosso esporte local, para os nossos jovens, que se relacionaram com jovens de outras cidades e nos colocam em posição avançada para atrairmos eventos desse porte. Agradeço ao Governo do Estado, à Fundesporte, à nossa população, e a todas delegações que nos visitaram”.
Para o diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Miranda, os jogos em Coxim foram sucesso total: “É gratificante vermos atletas e técnicos partindo com um grau de satisfação muito grande. O acolhimento a organização da equipe da prefeitura, a parceria com nossa equipe, enfim, estamos muito felizes. Devemos levar em conta também a melhora do nível técnico dos participantes, o que nos coloca em posição privilegiada na competição nacional”. 
(Assessoria)

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS