quinta, 04 de junho, 2026
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Na manhã de ontem terça-feira (21), centenas de pessoas, a pé e de carro, da capela ao cemitério, percorreram 14 quadras, para se despedirem de Ana Clara Benevides Machado, de 23 anos, jovem que passou mal e morreu durante o show da cantora Taylor Swift na sexta-feira (17), no Rio de Janeiro. A estudante foi sepultada às 9h50 em Pedro Gomes, distante 309 quilômetros de Campo Grande.
Ana Clara foi homenageada com coroas de flores enviadas por amigos, familiares e da UFR (Universidade Federal de Rondonópolis), onde a jovem cursava Psicologia. Durante o velório e o sepultamento, a mãe, Adriana Benevides, muito abalada, foi amparada por amigas.
Translado - Uma vaquinha foi criada para ajudar nos custos do transporte. Ontem de manhã, a mãe agradeceu dizendo que já havia arrecadado o valor suficiente para o translado.
Em voo comercial, o corpo chegou ao Aeroporto Internacional de Campo Grande às 13h57 de ontem. Assim que houve o desembarque, o caixão lacrado foi colocado no carro da Funerária São Marcos e levado para Sonora, interior do Estado, onde foi velado durante à noite na Câmara Municipal.
Hoje de manhã, o corpo foi para Pedro Gomes, cidade vizinha, onde Ana Clara nasceu, para a capela e, na sequência, sepultamento. Colegas de faculdade da estudante também participaram da cerimônia.
Ana Clara morreu durante o show da cantora norte-americana Taylor Swift, realizado na noite desta sexta-feira (17), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. A jovem assistiu ao início da apresentação, desmaiou e teve uma parada cardiorrespiratória. Ela foi socorrida e enviada para o Hospital Municipal Salgado Filho, mas não resistiu.
Na apresentação da cantora, pelo menos mil pessoas passaram mal em meio à sensação térmica de 60ºC. A entrada de garrafas de água, assim como outros recipientes, foi proibida pela organização.
O exame necroscópico feito no IML (Instituto Médico Odontológico) do Rio de Janeiro mostrou que Ana Clara teria pequenas hemorragias no pulmão. Porém, ainda faltam exames toxicológicos e o exame histopatológico para que a Polícia Civil tenha mais informações sobre as causas da morte.
À reportagem da CNN, a delegada Juliana Almeida, responsável pelo caso, disse que prefere esperar mais exames para chegar a uma conclusão. “Calor, insolação e desidratação são alguns desses fatores, mas sem o resultado dos exames, não temos como afirmar que seja isso”, destacou, detalhando que é prematuro apontar o calor como causa da morte.
O estudante Gabriel Mongenot Santana Milhomem Santos, de 25 anos, que morreu no fim de semana, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde também estava para assistir ao show da cantora, já chegou em Campo Grande, onde é velado desde as 8h30. Ele foi morto com 23 facadas durante assalto.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS