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A importância de direcionar parte do IR ao fundo da criança e adolescente de Coxim

Todos que forem pagar o imposto de renda podem ajudar as crianças e adolescentes do município sem nenhum custo adicional, e com isso as entidades ficarão mais fortalecidas para poder ampliar seu trabalho atendendo mais crianças e famílias em situação de vulnerabilidade.

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17 de março de 2020

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Valdeir Simão

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Na quarta-feira (11), ocorreu uma reunião no plenário da Câmara de Vereadores de Coxim, realizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Promotoria de Justiça, onde a pauta do evento foi o direcionamento de parte do imposto de renda para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.
A conselheira do CMDCA, Fabiane Fernandes Gomes, iniciou a reunião falando sobre o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e suas atribuições, fazendo em seguida a apresentação das demais conselheiras, da equipe do Conselho Tutelar e informou que a Assistente Social Irenilda Barbosa dos Santos é a nova presidente do CMDCA.
A Promotora de Justiça, Daniella Costa da Silva, fez uma explanação sobre o tema da reunião, abrindo espaço para os participantes fazerem perguntas e sugestões, o que se estendeu por um satisfatório espaço de tempo, com muitas indagações sendo feitas e esclarecidas. 
Eulina Bellanda, assistente social e representante do GAAM, exibiu um vídeo sobre as atividades do Grupo de Apoio à Adoção Manjedoura e a vereadora Lucia também comentou sobre as ações realizadas na Associação dos Amigos Voluntários e Colaboradores (AAVC), com todas as pessoas que fizeram uso da palavra falando sobre a importância de apoiar e destinar recursos do imposto de renda para o fundo municipal. 
Todos que forem pagar o imposto de renda podem ajudar as crianças e adolescentes do município sem nenhum custo adicional, e com isso as entidades ficarão mais fortalecidas para poder ampliar seu trabalho atendendo mais crianças e famílias em situação de vulnerabilidade.
O Imposto de renda pode fazer a diferença para inúmeras entidades filantrópicas. Poucos contribuintes sabem, mas quem faz a declaração por formulário completo pode prever a doação de até 3% do imposto de renda (IR) devido.
Quem paga imposto de renda ainda pode decidir o destino de parte do valor devido. Qualquer pessoa física que tenha imposto a pagar pode indicar essa destinação no momento da declaração do IR, que precisa ser entregue até o dia 30 de abril de 2020.
Também participaram do evento, o secretário municipal de Assistência Social, Adenilson Vilalba, equipes do Conselho Tutelar, SEMCAS e CREAS, componentes do GAAM e da AAVC, contadores, advogados, dentre outras pessoas.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS