quarta, 03 de junho, 2026
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Esta quarta-feira (31) é o último dia de mandato para sete deputados estaduais de Mato Grosso do Sul, que não foram reeleitos ou por não terem disputado as eleições. Eles abrem espaço para novos e também velhos conhecidos da população.
A posse dos 24 parlamentares do Estado ocorre na próxima quarta-feira (1º), no Palácio Guaicurus, em Campo Grande.
Por ter disputado o governo de Mato Grosso do Sul no ano passado, Renan Contar, mais conhecido como Capitão Contar (PRTB) deixa a Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul).
Felipe Orro (PSD) foi eleito deputado por três mandatos. Entretanto, não entrou na disputa no ano passado. De Aquidauana, ele fez campanha para a esposa, Viviane Orro (PSD) que saiu candidata a vice-governadora do ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. Os dois saíram derrotados nas urnas.
De Corumbá, Evander Vendramini (PP) não foi reeleito. O partido dele, que já tinha Gerson Claro, inchou na janela partidária no ano passado, com a filiação de José Carlos Barbosa, o Barbosinha, Londres Machado e Marçal Filho.
Com isso, o Progressistas reelegeu apenas Londres e Gerson, deixando de fora Marçal, que também tentou a reeleição, mas ficou como suplente.
O segundo secretário da Casa de Leis, Herculano Borges (Republicanos) não teve votos suficientes para mais quatro anos e também ficou como suplente. Porém, ele assume como diretor-presidente da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) no governo de Eduardo Riedel (PSDB).
Já Paulo Duarte (PTB), que assumiu em dezembro de 2021 o lugar de Eduardo Rocha (MDB), por ter aceito na época o cargo de secretário de Governo na gestão do então governador Reinaldo Azambuja (PSDB), não conseguiu voltar à Casa de Leis.
Duarte, que era filiado ao MDB, deixou o partido na janela partidária e migrou ao PTB.

Dione Hashioka ficou 30 dias no cargo. (Foto: Assessoria, Divulgação)
No cargo por um mês - Como Barbosinha tomou posse como vice-governador em 1º de janeiro, a suplente Dione Hashioka (Podemos) assumiu a cadeira por um mês. Ela foi candidata a deputada federal em 2022, mas não foi eleita e ficou como suplente.
Novatos - Roberto Hashioka (União Brasil) foi eleito. Marido de Dione, ele assume mandato como deputado estadual pela primeira vez.
Foi prefeito de Nova Andradina em 2012, diretor-presidente do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e secretário da SAD (Secretaria de Estado de Administração).
Deixou o cargo de secretário em 2020 para disputar as eleições municipais como prefeito de Nova Andradina, mas não foi eleito.
Campo Grande - Também foi eleito o ex-secretário de Finanças de Campo Grande, Pedro Pedrossian Neto (PSD). Mas, na vaga do partido, foi eleito pela maioria de votos, o vereador de Campo Grande, Tiago Vargas.
Entretanto, dias depois das eleições, por decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), em razão de uma sentença relatada antes do pleito, por Vargas ter sido exonerado do quadro da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, o vereador teve a candidatura impugnada, deixando a cadeira para Pedrossian Neto.

Lia Nogueira foi eleita deputada. (Foto: Redes Sociais)
De nenhuma para duas - Também foi eleita Lia Nogueira (PSDB). Vereadora de Dourados, Lia deixa a Câmara e ingressa como deputada na Casa de Leis que em 2018, não elegeu nenhuma mulher.
Nas eleições do ano passado, Mara Caseiro (PSDB) que assumiu como suplente de Onevan de Matos (PSDB) em 2021, pelo falecimento do parlamentar, foi a deputada mais votada.
Maior bancada - O PSDB elegeu a maior bancada de deputados, como em 2018. Pedro Arlei Caravina também foi eleito, tomará posse como parlamentar na próxima quarta-feira (1º), mas, se licencia para continuar o trabalho de secretário de Governo que exerce desde 1º de janeiro.
Quem assume a cadeira na Alems é o vereador de Campo Grande, João César Mattogrosso.
De volta - Voltam à Alems, os deputados Junior Mochi (MDB) que já foi presidente da Casa de Leis e o ex-governador, Zeca do PT. (CAMPO GRANDE NEWS)
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS