quinta, 04 de junho, 2026
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Que ano foi esse? Se levada em conta a superstição dos brasileiros, o fato de ter tido mais de uma sexta-feira 13 pode ter contribuído para “o caos que foi 2024“. Diante de diversos relatos de tragédias pessoais e coletivas, para alguns, a recorrência da data assombrosa teria provocado energias mais densas e impactado em um ano excessivamente “carregado”.
É importante ressaltar que a crença fica no âmbito da superstição, que faz com que muitos acreditem que as sextas-feiras 13 são marcadas por aparições de assombrações, fatos sobrenaturais e intercorrências de azar. Qualquer coisa que dê errado nesse dia, é culpa da data. Em um ano em que ela se repete então…
E 2024 teve um “plus” no assunto, especialmente no último semestre do ano, já que esta é a segunda sexta-feira 13 em dois meses – a última ocorreu em setembro.
Não é sempre que isso acontece, mas quando ocorre, a associação ao número de vezes que a data aconteceu acaba sendo inevitável para internautas, que comentam o tema nas redes sociais. 2023, por exemplo, também teve duas sextas 13, mas com espaço maior entre elas, sendo uma em janeiro e outra em outubro.
A outra vez que isso se repetiu foi em 2020, em março e novembro, justamente o ano do início da pandemia de Covid-19 no Brasil e coincidentemente no mês em que ela começou. Já 2021 e 2022 tiveram só uma sexta-feira 13 cada.
Ou seja, na década, esta é a primeira vez que a data se repete dentro do período de 60 dias. E, levando em conta o simbolismo por trás dela, muitos internautas começaram a “entender” por que 2024 foi um ano tão complicado, ou “bosta”, nas palavras dos mesmos.
“Tá explicado porque esse ano foi uma bosta”, “É a segunda sexta-feira 13 em dois meses, a gente não tava preparado pra isso”, “Não tá escrito o que aconteceu nesse tempo, creindeuspai” e “É dia da maldade e das coisas ruins acontecerem” foram alguns comentários.
O medo das sextas-feiras 13
Em torno dessa data giram boatos e superstições, levando muitas pessoas a sentirem medo. Esse medo irracional das sextas-feiras 13, inclusive, é considerada uma fobia, que até tem nome: triscaidecafobia.
No Brasil, a maioria das fobias são encaradas como “frescura” quando na verdade são condições que se misturam com as coincidências e superstições dessa data. A cientista social Izabela Prado Ronda, explica que a sexta-feira 13 é uma construção social, histórica e, portanto, intimamente relacionada à cultura de cada povo.
Prado comenta que durante a história, nunca foi comprovado ou explicado as causas e efeitos que constroem essa data, muito pelo contrário, reforçam os preconceitos por meio das lendas e tradições que permeiam na data. Segundo ela, a sexta-feira 13 pode ter sido ‘criada’ para impor medo sociedade por aqueles que detinham o poder.
“Dentre as possíveis fontes históricas para o surgimento da ‘sexta-feira 13’ como um ‘símbolo do mal’, que a maioria delas versam sobre uma situação de dominação, na qual aqueles que detinham o poder, e o exerciam de forma indiscriminada, se sentiram de alguma forma ameaçados”, diz a cientista social, acrescentando que, posteriormente, surgem as superstições.
Origem da data
A primeira resposta remete ao cristianismo e ao contexto da Bíblia. Para os seguidores dessa religião, o número 13 é um número amaldiçoado por ser o número exato de pessoas que estavam presentes na Última Ceia de Jesus Cristo, sendo o 13º apóstolo o traidor Judas Iscariotes. Jesus então seria crucificado pouco tempo depois, em uma sexta-feira.
Há ainda uma outra explicação popular que diz que, na numerologia, o 13 é um número rompe a barreira do “completo”. Tal característica poderia ser visto no 12, um número considerado “pleno” e “inteiro”.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS