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Geral
Nos próximos dias 03, 04 e 05 o estacionamento da Feira Central de Campo Grande recebe o 2º Encontro de Chamamezeiros de Mato Grosso do Sul, com grandes nomes do chamamé regional.
3 de junho de 2022
CONTEUDO MS
Nos próximos dias 03, 04 e 05 o estacionamento da Feira Central de Campo Grande recebe o 2º Encontro de Chamamezeiros de Mato Grosso do Sul, com grandes nomes do chamamé regional.
Durante os três dias estarão se apresentando músicos de Campo Grande, a Capital brasileira do chamamé, da cidade de Dourados, Rio Brilhante, Camapuã, Bodoquena, Nova Alvorada do Sul e um representante da cidade de São Luiz Gonzaga, Estado do Rio Grande do Sul.
Bandoneonista Davi Júnior, uma das atrações do evento
O evento está em sua segunda edição e visa fomentar a cultura chamamezeira do Estado, fortalecer o gênero musical “Chamamé” que foi declarado pela UNESCO “Patrimônio Imaterial Da Humanidade”, e em Mato Grosso do Sul, o “Chamamé” foi registrado como bem de natureza imaterial de Mato Grosso do Sul, através do Decreto Nº 15.708, de 29 de junho de 2021, assinado pelo governador Reinaldo Azambuja.
O 2º Encontro de Chamamezeiros será transmitido ao vivo pela TVE Cultura através do canal 4.2, pelo site www.chamamems.com, www.chamamems.com.br e pelas Redes Sociais: https://www.facebook.com/encontrochamamezeirosms/ You Tube: orivaldomengual e chamamems
A realização é do Instituto Cultural Chamamé MS, Programa A Hora do Chamamé em parceria com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, com o apoio da Rádio e TV Educativa/Fertel e da Feira Central de Campo Grande.
Sobre o Chamamé*
O Chamamé é um gênero musical oriundo da província de Corrientes, norte da Argentina, e de lá dispersou-se para muitos destinos além de suas fronteiras territoriais. Chegou ao sul do antigo Mato Grosso na primeira metade do século XX, trazido pelos imigrantes que viam atraídos por trabalho nas atividades agropecuárias. Logo conquistou o gosto popular quando os sanfoneiros tocavam as sanfonas nas festas regionais.
A raiz do Chamamé remete-se a modificações do estilo musical da Danza Paraguaya (do espanhol, dança paraguaia), passando por influências regionais, inclusive ações da cultura guarani, de onde se origina a palavra Chamamé, tendo como definição o termo “improvisação”.
Zé Corrêa, um mito da música campo-grandense, falecido precocemente aos vinte e nove anos de idade, em 1974, tornou-se referência para todo segmento musical sul-mato-grossense transformando seu inédito estilo de instrumentação ao acordeom em um encantamento de musicalidade revestido de uma força renovadora.
Sua técnica consistia em executar a sanfona com a mão direita e o acordeom com a esquerda, mantendo esse movimento em permanente ação dando a impressão ao espectador de serem dois instrumentos em perfeita harmonia e equilíbrio. A criação dessa técnica impar foi responsável por estabelecer um estilo Sul-mato-grossense de tocar o Chamamé.
Em Campo Grande, rapidamente se formaram conjuntos típicos e, com a chegada do rádio na cidade, intensificou-se a difusão do ritmo Chamamé. Não demorou muito para que entusiastas organizassem grupos de intérpretes em várias cidades sul-mato-grossenses, principalmente na Capital do Estado, onde a paixão pelo ritmo tocava na alma da população.
Tanto, que nas décadas de trinta e quarenta, aos domingos, os chamamezeiros se reuniam para tocar Chamamé perante o numeroso público que se aglomerava no local.
O estilo musical se expandiu em Campo Grande com compositores e intérpretes altamente qualificados, se tornando o ritmo mais apreciado e difundido na capital sul-mato-grossense, fatos que proporcionaram ao Chamamé um dia especial no calendário estadual, instituindo o dia 19 de setembro como “Dia Estadual do Chamamé”, através da Lei nº 3.837, de 2009. Outra conquista do gênero musical Chamamé foi o registro do “Chamamé” como bem de natureza imaterial de Mato Grosso do Sul, através do Decreto Nº 15.708, de 29 de junho de 2021, assinado pelo governador Reinaldo Azambuja.
Recentemente foi concedido a Campo Grande, através de um Decreto do presidente da República o título de “Capital Nacional do Chamamé”, uma justa homenagem não só à comunidade campo-grandense, mas também a todos aqueles que têm um grande apreço pela arte musical.
*Informações transmitidas pelo organizador do evento, Orivaldo Mengual
Confira abaixo a programação:
1º DIA – 03 DE JUNHO/2022 (SEXTA-FEIRA)
19:30 – Abertura Oficial
20:00 – Jakeline Sanfoneira – Campo Grande/MS
21:00 – Paulo & Sérgio Arguelo – Campo Grande/MS
22:00 – Grupo Fama – Campo Grande/MS
23:00– Davi Júnior – Campo Grande/MS
23:55 – Encerramento
2º DIA – 04 DE JUNHO 2022 (SÁBADO)
14:55 – Abertura
15:00 – Dr. Ramão Martins – Bodoquena/MS
16:00 – Roaldo Alexandre – Nova Alvorada do Sul/MS
17:00 – Chama Campeira – Camapuã/MS
18:00 – Grupo Surungo Bueno – Dourados/MS
19:00 – Castelo & Grupo – Campo Grande/MS
20:00 – Caio Escobar – Campo Grande/MS
21:00 – Marcelo Loureiro – Campo Grande/MS
22:00 – Alcir Rodrigues – Campo Grande/MS
23:00 – Encerramento
3º DIA DO FESTIVAL – DIA 05 DE JUNHO/2022 (DOMINGO)
15:55 – Abertura
16:00 – Renato Martins – Campo Grande/MS
17:00 – Moacir Chamamezeiro – Bodoquena/MS
18:00 – Rivair, Rivamar Guerreiro & Grupo Desparramo – Campo Grande/MS
19:00 – Dom Ramón Sanfoneiro – Rio Brilhante/MS
20:00 – Desidério Souza – São Luiz Gonzaga/RS
21:00 – Marlon Maciel – Campo Grande/MS
22:00 – Gabriél Flores – Campo Grande/MS
23:00 – Encerramento
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS