quinta, 04 de junho, 2026
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Nesta quarta-feira 2 de abril, celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data dedicada a ampliar o conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e reforçar a importância da inclusão, do respeito e do apoio às pessoas autistas e suas famílias.
O autismo é uma condição neurológica que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento, manifestando-se de diferentes formas em cada indivíduo. A conscientização é essencial para combater o preconceito e garantir direitos, acesso a diagnósticos precoces e tratamentos adequados.
Neste dia, instituições, profissionais da saúde e grupos de apoio promovem ações educativas para sensibilizar a sociedade sobre a importância da empatia e da aceitação. O uso da cor azul e de símbolos como o quebra-cabeça representam essa luta por mais compreensão e inclusão.
Mais do que uma data, o 2 de abril é um lembrete de que a informação transforma e que a construção de um mundo mais acessível e acolhedor para as pessoas autistas é um compromisso de todos.
Por que ainda existe tanta desinformação e preconceito em relação ao autismo?
O preconceito e a desinformação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda são desafios presentes na sociedade, mesmo com o avanço das pesquisas e da disseminação de informações sobre o tema. Essa falta de conhecimento tem várias origens, sendo algumas das principais:
A Falta de acesso à informação confiável, muitas pessoas ainda não compreendem o que é o autismo, como ele se manifesta e suas diferentes formas. Isso leva à propagação de mitos, como a crença de que todo autista apresenta as mesmas características ou que não são capazes de levar uma vida independente.
Diagnóstico tardio e estereótipos, O TEA é um espectro, ou seja, pode se manifestar de maneiras variadas. No entanto, a imagem mais difundida na mídia muitas vezes se restringe a casos mais evidentes, ignorando a diversidade do transtorno. Isso faz com que muitas pessoas autistas passem despercebidas ou sejam julgadas de forma errada.
A Falta de inclusão e representatividade, ainda há pouco espaço para pessoas autistas em diferentes áreas da sociedade, como no mercado de trabalho, na educação e na cultura. Isso reforça a ideia de que o autismo é um obstáculo intransponível, quando, na verdade, o que falta são adaptações e oportunidades.
O Preconceito e falta de empatia, o desconhecimento leva a julgamentos errados, como considerar o comportamento de uma criança autista como “birra” ou interpretar dificuldades de comunicação como falta de interesse. A falta de empatia agrava ainda mais a exclusão social.
A Pouca capacitação de profissionais em muitas áreas, especialmente na saúde e na educação, ainda há dificuldades no preparo adequado de profissionais para lidar com o autismo. Isso pode resultar em diagnósticos errados, falta de suporte e estratégias ineficientes de ensino e inclusão.
Para combater a desinformação e o preconceito, é fundamental ampliar o debate sobre o autismo, promover campanhas de conscientização e garantir políticas públicas que favoreçam a inclusão. O conhecimento é a chave para uma sociedade mais empática e acessível para todas as pessoas, independentemente de suas diferenças.
Geral
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...
3 de junho de 2026
Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.
O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.
Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.
Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.
Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.
“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.
O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.
O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.
Qualidade de vida
Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.
Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.
Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.
Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.
Geral
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...
3 de junho de 2026
Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2).
Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha.
Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.
A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande.
De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família.
O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.
G1 MS