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10 dicas para se tornar uma boa líder

Pintou a promoção. Com ela, vem os desafios. Você precisa estar esperta pra fazer a equipe se tornar um time e ser uma chefe inspiradora

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24 de maio de 2016

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Glamour

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Você é subordinada, faz seu trabalho muito bem e, de repente, pinta aquela oportunidade para chefiar a equipe. Um misto de felicidade e friozinho na barriga certamente bate nessa hora. E com razão, afinal, tornar-se uma líder deve realmente ser encarado como um desafio dos bons. É uma responsa e tanto administrar um time e o período de transição, que pode ser delicado para os seus antigos colegas de trabalho e, agora, funcionários.

Mas, calma! Vai ficará bem se você der os passos certos. “O mais importante é mostrar que você é uma líder, e não uma chefe, e que busca construir resultados junto a todos, fazendo acontecer por meio da equipe, jamais sozinha”, aconselha Larissa Meiglin, supervisora de assessoria de carreira da Catho.

1. Na primeira semana
Tenha cautela. Nada de bancar a melhor amiga. Segundo Larissa, isso pode soar falsidade, “Mas também não se isole da equipe. A integração deve ser feita gradativamente, dia a dia, sempre buscando conhecer cada um, mapear o que você espera deles e o que eles podem esperar de você”, ensina.

2. Cuidado com mudanças
Por mais que você esteja cheia de ideais, tenha calma. Para Larissa, a chance de errar é muito grande: “Mudanças geralmente assustam, pois o novo traz insegurança e esse sentimento não deve ser instaurado na equipe, a menos que seja necessário e muito bem planejado, buscando o aprimoramento de um processo ou um bem futuro”.

3. A hora certa de mudar
Prepare-se antes, faça um planejamento. “É necessário levantar as necessidades da área (ou do negócio), estruturar planos de ação, alinhar isso com a alta gestão e, aí sim, gradativamente implantar as modificações desejadas”, aconselha. Uma dica muito válida é sempre colocar a equipe a par do que está sendo estudado e das possíveis mudanças. “Sem esquecer de compartilhar o objetivo que está sendo almejado com isso, assim não há sustos e a transição é feita com muito mais assertividade”.

4. Meu funcionário poderia ter sido promovido, mas eu fui
A situação é complicada, ainda mais pra quem ainda está desbravando o mundo da gestão de pessoas. De acordo com Larissa, a melhor maneira de lidar com essas pessoas é reconhecer seus potenciais e talentos, a princípio, individualmente. Se o perfil do profissional permitir, também pode ser feito perante a equipe.

“Neste último caso, cite em um momento oportuno o quanto essas pessoas são capacitadas e que os demais colaboradores também podem contar com elas para orientações e troca de experiências, por exemplo”, aconselha. Use um exemplo verdadeiro pra não soar falso, sempre valorizando o colaborador.

Isso pode transformar um possível rival em aliado. “A ideia é mostrar que não há um desnivelamento na forma como você trata as pessoas mas, sim, que as respeita e também vê nelas o mesmo potencial que a empresa viu”, comenta.

5. Mostre que você é capaz
Essa é uma tarefa bem simples, mas isso não significa que é fácil: cumpra o que prometeu. E não esqueça de compartilhar com a equipe e com o seu chefe. E isso também vale mesmo quando você não tiver êxito em sua estratégia. “O importante é reconhecer onde o projeto ou processo não deu certo e quais são as ações que serão tomadas para corrigir isso”, opina.

6. Tenha sempre um plano B
É superválido, pois mostra que você está preparada e sabe se planejar. Outra dica é nunca chegar para o seu chefe com um problema sem solução. Leve sempre uma proposta, ainda que ela não seja a melhor. “Isso evidencia que você não está colocando o problema nas mãos dele, mas que confia na expertise para ajudar a validar ou construir uma solução melhor”.

7. Quando o ex-chefe era muito querido
Substituir um ótimo chefe é um trabalho dobrado. Isso porque, além de se apropriar da rotina da área, também será necessário estabelecer um bom vínculo com os colaboradores. Daí é necessário jogo de cintura, flexibilidade e adaptação.

8. Siba que um funcionário é diferente do outro
“O mesmo modo como lida com um colaborador, pode não ser o melhor para lidar com o outro. Existem diferentes perfis dentro de uma equipe e buscar ter um bom relacionamento com todos é a melhor saída”, explica.  Para isso, busque entender como é a melhor forma de se relacionar com cada um. Uma boa dica é valorizar o esforço feito pelo todo, parabenizar sempre de forma geral.

9. Funcionário ou amigo?
Um bom gestor deve saber quando é o momento de desenvolver um bom relacionamento e quando é a hora de dar um feedback. “Mesmo em um bom clima no ambiente de trabalho, os papéis devem estar bem estabelecidos e os colaboradores não devem ver o chefe como um amigo e, sim, como um ótimo gestor. Cada um em seu lugar.”

10. Use o termo “nós”
Os colaboradores vão se sentir muito mais parte da equipe se você se referir a eles como “nós” e não “eu” ou “você”. “Demonstra que todos estão no mesmo barco, e que você está engajada com as metas e buscando sempre o melhor para todos, por isso irá desenvolver cada funcionário, visando que o melhor de cada um seja entregue e aprimorado com o passar do tempo sob sua gestão”.

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Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos...

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

3 de junho de 2026

Mais de 27 mil pessoas deixaram programa Mais Social por melhorar condição de vida

 

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Desde 2023, mais de 27 mil sul-mato-grossenses saíram do programa Mais Social após melhorarem de vida sem necessitar mais do benefício. O Estado é o 5º com menos dependentes de programas sociais e os índicesde extrema pobreza aparecem em queda.

O Mais Social é um programa social estruturante da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humano (Sead), que oferece segurança alimentar e nutricional e um dos responsáveis pela mudança de vida dos beneficários.

Entre as 27,6 mil pessoas que devolveram o cartão do mais social por não precisarem mais do auxílio está Marcos Gabriel de Arruda Calonga, de 34 anos, que entrou no programa em 2018.

Depois de perder o emprego e passar a trabalhar em casa como barbeiro, a renda obtida por Marcos Gabriel não era suficiente para sustentar a família de sete pessoas, composta por sua esposa, os quatro filhos e a sogra.

Com o auxílio ele pôde manter até conseguir melhorar a condição da família. Atualmente ele é vigilante em uma entidade sindical rural e os filhos mais velhos, de 17 e 18 anos ajudam em casa, de modo que a renda agora é suficiente para garantir dignidade à família, sem necessidade do programa.

“Conversei com minha esposa e decidimos que continuar a receber seria injusto. Decidimos abrir mão para que outras pessoas possam entrar no programa. O Mais Social nos ajudou bastante, mas hoje eu vejo que tem pessoas que precisam mais do que nós”.

O programa ainda oferece para mães solos um outro auxílio do Programa de Apoio à Mulher Trabalhadora e Chefe de Família, com o adicional de R$ 600 por criança com idade de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias, para que essas mulheres possam deixar os filhos em um local seguro e de cuidado durante o horário de serviço delas.

O benefício extra é mediante a comprovação de vínculo empregatício das mães ou de recolhimento previdenciário. Além disso, as mulheres beneficiadas que decidem frequentar ensino regular ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem outro adicional de R$ 300 por mês, como incentivo.

Qualidade de vida

Além do Mais Social, outros programas garantem oportunidades de mudança de vida por meio do estudo e trabalho, como o MS Supera, que oferece bolsa de um salário mínimo mensal a estudantes de baixa renda cursantes de educação profissional técnica de nível médio e universitários de instituições públicas e privadas.

Assim como o MS Supera e o Mais Social, o Cadastro Único também demonstra a redução vulnerabilidade no Estado. Os registros do CadÚnico dentro do período de março de 2024 a março deste ano, teve a retirada de 44.604 pessoas do banco de dados devido a mudaça de vida para melhor.

Conforme o IBGE, a proporção de pessoas na extrema pobreza caiu 40,7% em Mato Grosso do Sul, no período de dois anos, passando de 2,75 para 1,6%, colocando o estado como 3º menor índice de extrema pobreza do país e com 34 mil famílias fora da condição de insegurança alimentar.

Os programas sociais são parte de parcerias entre as secretarias do Estado, que garantem que a função de incentivo à educação e qualificação profissional seja mantida, para que os beneficiários aproveitem as oportunidades para melhorarem de vida.

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Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite...

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

3 de junho de 2026

Menino de 3 anos é internado em estado grave após se afogar em piscina em

 

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Uma criança de 3 anos foi internada em estado grave após se afogar na piscina de uma residência no Jardim Santa Emília, em Campo Grande, na noite de terça-feira (2). 

Segundo informações registradas pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, os pais perceberam o desaparecimento da criança enquanto realizavam atividades dentro de casa. O pai havia saído do banho e estava na sala, enquanto a mãe terminava de preparar o jantar na cozinha. 

Em determinado momento, a mãe perguntou ao pai se ele estava com o menino. Ao responder que não, os dois passaram a procurar a criança e a encontraram submersa na piscina, no quintal da residência.

A vítima foi socorrida imediatamente pelos próprios pais e levada ao Hospital Regional de Campo Grande. 

De acordo com o médico que atendeu a ocorrência, a avaliação inicial indica que a criança pode ter permanecido submersa por cerca de 10 minutos. O menino foi colocado em coma induzido e segue internado sob observação. 

A Polícia Militar foi acionada e esteve na residência, mas encontrou o imóvel fechado, já que os pais permaneciam no hospital acompanhando o filho. Uma vizinha, que acionou o socorro, confirmou aos policiais a versão apresentada pela família. 

O médico informou ainda que não foram encontrados sinais de maus-tratos e que, até o momento, o caso é tratado como um acidente doméstico. 

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol), que acompanhará o caso. Até o fechamento do boletim, não havia atualização sobre o estado de saúde da criança.

G1 MS