sexta, 05 de junho, 2026
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Vá de bike!
Veja por que trocar o carro pela bicicleta pode ser uma excelente alternativa para você e para o meio ambiente.
Um veículo limpo, livre de poluentes, benéfico para a natureza e para a saúde humana, a bicicleta é mesmo tudo de bom.
Não é à toa que seu uso como meio de transporte urbano, atividade esportiva ou apenas para lazer cresce no Brasil e no mundo. O estímulo para pedalar pode nascer por diversas razões: melhorar o condicionamento, ter mais qualidade de vida e reduzir o impacto ambiental de nossos deslocamentos são alguns deles.
Reduz sua pegada de carbono
As emissões de CO2 da bicicleta chegam a ser 30 vezes menores do que as de um automóvel movido a combustível fóssil fazendo o mesmo percurso. Mesmo quando comparamos com um carro elétrico, a diferença ainda é grande: cerca de 10 vezes menor. Uma única viagem de bike, em vez de carro, por dia, pode reduzir sua pegada de carbono em cerca de meia tonelada de Co2 ao longo de um ano.
Economiza seu dinheiro
Colocando na ponta do lápis, costuma ser vantajoso fazer seus principais trajetos diários de bicicleta, considerando custos de bilhetes de metrô, por exemplo. Já se você costuma fazer tudo de carro, essa economia se torna ainda mais significativa: você gasta menos com manutenção, seguro, estacionamento e financiamento de automóvel. Sem contar que, pedalando regularmente, é possível economizar até com a academia…
Faz bem para corpo e mente
Mesmo que você use a bicicleta poucas vezes na semana, pode sentir uma grande diferença em sua saúde física e mental. Pedalar acelera o metabolismo e contribui para um maior gasto energético, o que ajuda a manter uma boa composição corporal. A atividade também melhora a resistência muscular e a capacidade cardiorrespiratória, entre outros diversos benefícios. Pedalar também contribui com nossa sensação de bem-estar, pois aumenta a liberação de endorfina e serotonina, hormônios relacionados ao prazer. E sentir o ventinho no rosto em um dia de sol, a sensação de liberdade de deslizar por aí, ah… bom demais, né?
Cria e fortalece relacionamentos
O ciclismo aproxima pessoas! É possível estreitar e fazer grandes amizades pedalando, se você não tiver uma turma de pedal para começar, uma dica é procurar lojas especializadas em bicicletas que formam grupos com pessoas de diversos níveis de prática.
As bicicletas no contexto brasileiro
Embora o Brasil ainda não apareça no ranking dos melhores lugares para se pedalar no mundo, o cenário está mudando. Talvez não na velocidade ideal, mas a bicicleta tem ocupado a paisagem de muitas cidades brasileiras. São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba e Rio Branco são capitais que contam com razoável malha de ciclovias e ciclofaixas para o ciclismo urbano. E, acredite, há até cidades onde carros são proibidos, como Afuá, no Pará.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) traz dados interessantes: no Brasil existem mais bicicletas do que carros, são cerca de 50 milhões de bikes contra 41 milhões de automóveis. Isso não significa que a maior parte delas esteja onde são cada vez mais necessárias: grandes centros urbanos.
A bike mundo afora
Na Holanda, a cada 10 pessoas, 9 utilizam a bicicleta como meio regular de transporte. Dos 10 milhões de habitantes da Suécia, 8 milhões utilizam a bike para esse fim. Ainda na Europa, 70% da população dinamarquesa faz uso diário de bicicletas. E a gigante asiática, a China, tem meio bilhão de bicicletas em circulação, o que representa 37% de sua população.
Na América do Sul, andar de bicicleta não é tão incentivado como na Europa, mas um bom exemplo do continente é a cidade de Bogotá, na Colômbia, onde só 13% da população possui carros e as bicicletas são vistas por toda parte.
Para algumas pessoas, bicicleta é só uma boa memória de infância, no entanto, ela tem tudo para ser o transporte do futuro! A vida sobre duas rodas pode fazer muito bem para cada um de nós e para o planeta em que vivemos.
Portanto, VÁ DE BIKE !!!!!!
Geral
Levantamento de 2025 mostra que 42% das estradas estaduais avaliadas no Estado têm baixa capacidade de reduzir a gravidade de acidentes.
4 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul tem 2.024 quilômetros de rodovias classificados com baixo Índice de Perdão, segundo a terceira edição do Painel CNT de Rodovias que Perdoam, divulgada com dados de 2025. O levantamento coloca o Estado na 13ª posição entre os sistemas viários mais perigosos do país e indica que 42% das estradas estaduais avaliadas têm baixa capacidade de reduzir a gravidade dos acidentes.
Além dos trechos com baixo Índice de Perdão, a pesquisa aponta 2.282 quilômetros em faixa intermediária e 433 quilômetros com alto nível de segurança estrutural. No cenário nacional, Mato Grosso do Sul aparece na 15ª colocação entre os estados com rodovias mais seguras, indicando uma posição intermediária no ranking.
A metodologia da Confederação Nacional do Transporte (CNT) considera fatores físicos das rodovias que influenciam a gravidade dos sinistros. Entre os itens analisados estão acostamentos, barreiras de proteção, defensas metálicas, áreas livres de obstáculos e atenuadores de impacto.
No país, o estudo mostra diferença entre os modelos de gestão. Nas rodovias administradas pelo poder público, 50% da malha avaliada têm baixo Índice de Perdão e 4,8% atingem alto nível de mitigação dos acidentes. Já nas rodovias concedidas à iniciativa privada, 62% dos trechos apresentam alto Índice de Perdão e 2,4% foram classificados com baixo nível de segurança estrutural.
Segundo a CNT, os dados de 2025 mostram relativa estabilidade em relação ao levantamento anterior. Do total analisado, 19,9% receberam classificação de Alto Índice de Perdão, 42,7% ficaram na faixa intermediária e 37,5% foram enquadrados como de Baixo Índice de Perdão.
A entidade informa que mais de 80% da extensão analisada ainda apresenta média ou alta probabilidade de que problemas de infraestrutura, associados a falhas de condução ou defeitos mecânicos, resultem em mortes ou feridos graves. A análise territorial aponta ainda que os trechos mais seguros se concentram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde predominam as concessões rodoviárias.
Já Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com corredores classificados entre médio e baixo Índice de Perdão, inclusive em rotas usadas para o transporte de cargas e passageiros.
“A terceira edição do Painel confirma que a qualidade da infraestrutura viária impacta diretamente a gravidade dos acidentes. Embora o cenário nacional indique estabilidade, os resultados mostram que os avanços ainda são desiguais”, disse a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.
Geral
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo...
4 de junho de 2026
A Prefeitura Municipal de Coxim estabeleceu que os dias 4 e 5 de junho não terão expediente nas repartições públicas municipais. A medida, regulamentada pelo Decreto Municipal nº 064/2026, abrange o feriado nacional de Corpus Christi, na quinta-feira (04/06), e o ponto facultativo na sexta-feira (05/06). O objetivo é ordenar o calendário administrativo, resguardando os serviços essenciais de urgência e emergência.
Os serviços essenciais, como saúde de urgência e coleta de lixo, operam sob regime de plantão no período. O atendimento ao público e os prazos administrativos processuais serão retomados integralmente na segunda-feira subsequente.
Demais feriados e pontos facultativos municipais encontram-se no site da prefeitura em: www.protocolos.coxim.ms.gov.br/calendariomunicipal