quinta, 04 de junho, 2026
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O São Paulo entrará em campo nesta terça-feira, contra o Mogi Mirim, às 19h30, no Pacaembu, sob enorme risco de enfrentar o mesmo problema da semana passada, quando criar chances de gol diante do Novorizontino foi tarefa inglória. Naquela partida, a equipe só deslanchou depois que Ganso substituiu Rogério, atacante que o técnico Edgardo Bauza insiste em escalar como substituto do meia, numa função bem diferente daquela em que ele de destacou no ano passado.
Esse é um dos impasses do segundo pior ataque da Série A em 2016. Levando em conta os jogos de competição – estaduais, Primeira Liga, Copa do Nordeste e Libertadores – dos clubes que disputarão a elite do Campeonato Brasileiro, os números ofensivos do São Paulo são melhores apenas que os do Figueirense, oitavo colocado entre 10 times do Catarinense.
Desde o início da pré-temporada, Bauza deixou claro a todos que a prioridade seria corrigir erros defensivos do São Paulo. Isso certamente colaborou para que a equipe tivesse, também entre as da primeira divisão nacional, a sétima zaga menos vazada, estatística bastante razoável.
O que ninguém imaginava é que seria tão difícil equilibrar um time seguro sem perder potência ofensiva. Mesmo com a saída de Luis Fabiano e Alexandre Pato, dois astros do ataque nos últimos anos, restaram jogadores relevantes como Alan Kardec, Paulo Henrique Ganso, Michel Bastos, o caro Centurión, Rogério, além das chegadas de Calleri, artilheiro do Boca Juniors na temporada passada, Kieza, artilheiro da última Série B, e de Kelvin, do Porto e ex-Palmeiras.
Em nove jogos, o Tricolor fez 10 gols, o que lhe dá uma média de 1,11. Bem inferior à do Fluminense, ataque mais positivo entre todos da Série A, com média de 2,12.
Nas únicas duas vezes em que enfrentou adversários da elite, o São Paulo perdeu sem conseguir fazer gols: 2 a 0 para o Corinthians e 1 a 0 para a Ponte Preta. Na Libertadores, prioridade da diretoria e da comissão técnica neste primeiro semestre, mesmo tendo encarado os frágeis César Vallejo, do Peru, e The Strongest, da Bolívia, foram dois gols em três partidas.
O Tricolor de Bauza joga no 4-2-3-1. Com a bola, tem um sistema pouco inovador, com um armador (Ganso, na maior parte do tempo) e homens abertos pela direita e esquerda. À frente deles, o centroavante, aquele que fica mais perto do goleiro rival.
Prejudicado por um gol mal anulado, uma virose e um corte no tornozelo, Alan Kardec acabou perdendo a posição de centroavante titular para Calleri. Kieza, que pouco jogou, teve a melhor chance de evitar a derrota para o The Strongest, mas finalizou de maneira bisonha.
Pelos lados, Michel Bastos e Centurión resistiram, saindo do time apenas quando o treinador argentino optava por preservar fisicamente seus titulares. Agora, o brasileiro teve uma lesão na coxa, e o argentino parece ter perdido a posição para Wesley depois de uma sequência de atuações horríveis, que acabaram com qualquer resquício de paciência dos torcedores.
Como Wesley será poupado nesta terça, Bauza terá o lateral Carlinhos avançado pela esquerda e Centurión, de novo, pela direita. Rogério vai atuar no meio, onde não gosta e, por não ter as características de Ganso, acaba tornando o setor ofensivo mais estático. Kardec, Wilder, Kieza e Daniel, meia-atacante que, desde o início do ano passado, só entrou em campo uma vez, ficarão no banco. Kelvin não foi sequer relacionado.
Calleri, artilheiro da equipe no ano com três gols, vai comandar o ataque. Além dele, já marcaram em 2016 o zagueiro Rodrigo Caio e o meia Michel Bastos (dois cada um), o volante Thiago Mendes, o meia Ganso e o atacante Rogério.
Descontente com o ataque, Bauza consegue enxergar evolução na defesa. Depois de ter sido poupado, em razão de ter atuado todos os minutos da temporada até antes da rodada passada, Rodrigo Caio voltará à zaga ao lado de Maicon, que terá a terceira chance consecutiva como titular. Lugano não foi relacionado. Lucão estará no banco e Breno ainda se recupera de um derrame no joelho, mais um dos problemas físicos que assombram o jogador.
Copa 2026
A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou, e a Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) revelou oficialmente os mascotes que irão...
2 de junho de 2026
A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já começou, e a Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) revelou oficialmente os mascotes que irão representar a histórica edição do torneio, que será realizada conjuntamente por Canadá, Estados Unidos e México.
Pela primeira vez na história da competição, três países dividirão a organização do Mundial. Para marcar esse momento inédito, a Fifa apresentou três mascotes distintos, cada um simbolizando a identidade cultural e a fauna de seu respectivo país-sede.
O Canadá será representado por Maple, um simpático alce, animal tradicionalmente associado ao território canadense. Já os Estados Unidos terão como símbolo Clutch, uma águia, ave que representa força, liberdade e é um dos principais emblemas da nação norte-americana. O México será representado por Zayu, uma onça-pintada, espécie presente na biodiversidade mexicana e considerada um importante símbolo da cultura local.
A tradição dos mascotes acompanha as Copas do Mundo há décadas. Além de promover a interação com torcedores de todas as idades, esses personagens ajudam a divulgar elementos culturais dos países anfitriões e se tornam parte da identidade visual do torneio.
Segundo a Fifa, a criação de três mascotes busca destacar a diversidade e a união entre os países que receberão a competição. Cada personagem foi desenvolvido para refletir características únicas de sua nação, ao mesmo tempo em que simboliza o espírito de integração que marcará o Mundial de 2026.
A Copa do Mundo de 2026 promete ser histórica não apenas pelo formato de organização compartilhada, mas também por reunir um número recorde de seleções participantes. Enquanto a bola não rola, os torcedores já começam a entrar no clima da competição conhecendo os novos rostos que acompanharão a maior festa do futebol mundial.
Futebol
Palmeiras agora se prepara para a disputa das oitavas de final
16 de janeiro de 2026
O Palmeiras precisou de 26 cobranças de pênaltis para avançar às oitavas de final da Copa São Paulo de Juniores. Na tarde desta quinta-feira (15), o time da capital paulista voltou à Arena Barueri para encarar o Flamengo-SP, pela terceira fase da competição de base, e, após um empate por 1 a 1 no tempo normal, superou o time de Guarulhos nas penalidades por 13 a 12, se garantindo entre os 16 melhores da competição.
Após a classificação emocionante, o Palmeiras agora se prepara para a disputa das oitavas de final, onde no sábado (17), irá encarar o vencedor do duelo entre Fluminense e Ituano, que se enfrentam nesta quinta-feira.
Após o susto da 2ª fase, o Palmeiras foi a campo buscando mais o jogo, viu o Flamengo-SP até criar boas chances, mas conseguiu abrir o marcador aos 44 minutos, quando Sorriso fez uma grande jogada e mandou sem chances para o goleiro adversário, que evitou o segundo do time da capital aos 48, quando pegou pênalti de Victor Gabriel.
A defesa, inclusive, foi fator determinante na partida. Isso porque o time de Guarulhos voltou para a segunda etapa melhor e conseguiu chegar ao empate aos 25, quando Raul aproveitou saída errada de Aranha e mandou para o fundo do gol.
Nos minutos finais, o Flamengo foi superior e quase conseguiu a virada aos 43 e aos 50, em chutes de Tudisco e Vitor, mas Aranha salvou o Palmeiras e levou o jogo para os pênaltis.
Na disputa, que foi adiada devido a um apagão na Arena Barueri, todos os 22 jogadores em campo acertaram suas cobranças e quem levou a melhor foi o Palmeiras, que venceu por 13 a 12, com destaque para Aranha, pegando a cobrança de Tudisco, no 26° pênalti do duelo.
O dia, inclusive, entregou mais três disputas de pênaltis. No Nicolau Alayon, o Internacional empatou por 2 a 2 com o Nacional, e após 22 cobranças de pênaltis, conseguiu eliminar o adversário paulista por 8 a 7.
A disputa também foi acirrada para Fortaleza e Itaquaquecetuba, que empataram por 1 a 1, mas o time paulista levou a melhor nas penalidades, por 4 a 3. O cenário foi parecido para Santo André e Ibrachina, que empataram pelo mesmo placar, mas nos pênaltis, o time da capital venceu por 5 a 3.
Já em Cosmópolis, o Red Bull Bragantino não deu chances para a zebra e atropelou o Canaã-DF por 5 a 1, garantindo a vaga nas oitavas com muito estilo.
Confira todos os resultados desta quinta-feira (15) até o momento:
Fortaleza 1 (3) x (4) Itaquaquecetuba
Internacional 2 (8) x (7) 2 Nacional-SP
Red Bull Bragantino 5 x 1 Canaã-DF
Santo André 1 (3) x (5) 1 Ibrachina
Palmeiras 1 (13) x (12) 1 Flamengo-SP