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Unidades da REE se mobilizam na montagem e distribuição dos kits de alimentação escolar em todo o MS

Em meio à suspensão das atividades presenciais, última semana de abril foi marcada pela intensificação dos trabalhos de montagem e entrega dos kits para familiares e responsáveis

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3 de maio de 2020

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MS.Gov

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Neste mês de abril, a Secretaria de Estado de Educação (SED) lançou uma série de orientações para os gestores da Rede Estadual de Ensino (REE), sobre os procedimentos a serem adotados na montagem dos kits de alimentação escolar, que beneficiarão os 210 mil estudantes matriculados na REE. Com o trabalho intensificado desde a última segunda-feira (27.04), muitas escolas já avançaram na distribuição e mostraram os resultados do envolvimento das equipes.

Em meio à suspensão das atividades presenciais em todas as 345 unidades escolares da REE, desde o dia 23 de março a SED adotou diversas medidas para repassar os procedimentos e recomendações para a organização dos kits nas últimas semanas, inclusive por meio de videoconferências com a participação de todos os gestores para o esclarecimento das principais dúvidas.

“Todas as Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino, foram orientadas desde a separação dos alimentos, higienização, montagem e entrega, preservando sempre pela vida do próximo e evitando – de todas as formas – aglomerações no ambiente escolar. (…) Além disso, as escolas também foram orientadas a anexar um informativo, com dicas de higienização das mãos e dos alimentos para pais e responsáveis”, disse a coordenadora de Alimentação Escolar da SED, Jackeline de Souza.

Na EE José Barbosa Rodrigues, essas recomendações foram seguidas de forma integral. A equipe se organizou para dividir os estudantes de acordo com as salas e as entregas foram separadas por dias da semana, a fim de evitar aglomerações e filas. O momento de “contato” com os pais também serviu para conversar sobre o andamento das atividades remotas realizadas pelos estudantes.

“Fizemos uma ‘live’ com os pais, para combinar os horários e evitar aglomeração. Dividimos as salas por dia e período. Montamos o kit do mercado e também um kit baseado nos itens da agricultura familiar. Nesse segundo colocamos alface, repolho, cenouras, bananas, laranjas, tomates e cheiro verde. O resultado foi muito bom, tivemos movimento constante, mas sem filas ou aglomeração. Aproveitamos, inclusive, para conversar sobre a realização das atividades. Foi muito bom”, comentou o diretor da escola, Edvaldo Lourenço da Silva.

A composição dos kits, destacada pelo diretor, foi pensada com base nos cardápios e conforme licitação de cada escola, uma vez que a modalidade de gestão do Governo é Escolarizada e, com isso, a unidade – por intermédio da Associação de Pais e Mestres (APM) – tem autonomia na execução até a prestação de contas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O cálculo, para a definição da quantidade, foi feita com base no período de dois meses, contemplando o recesso escolar, visando atender a agenda pontual de carência nutricional e específica para os estudantes da REE.

“Incluímos nos kits os alimentos da Agricultura Familiar, com a distribuição dos perecíveis, alimentos ‘in natura’ (hortaliças e frutas), entregues com os não perecíveis, sempre observando e respeitando os hábitos alimentares e especificidades culturais das comunidades”, explicou Jackeline, que detalhou os cuidados com a seleção. “Orientamos para o devido cuidado em garantir a qualidade higiênico-sanitária dos gêneros durante a seleção e o armazenamento dos itens, que devem estar acondicionados no kit, de forma a garantir a proteção contra contaminantes”, completou.

A mobilização também gerou importantes resultados no interior do Estado, com o avanço da distribuição dos kits em todo o Mato Grosso do Sul. Em alguns locais, como a região de Corumbá e Ladário, orientada pela equipe da Coordenadoria Regional de Educação local (CRE-3), a montagem foi concluída nesta semana e as entregas serão iniciadas na segunda-feira, dia 4 de maio.

“Levando em consideração as orientações da SED, nesse momento de pandemia, montamos os kits para entregar aos pais, sempre com os devidos cuidados. Foi elaborado um calendário de entregas, dividido por turma. (…) Nos organizamos para evitar possíveis aglomerações, repassamos orientações para manter a distância de 1,5 metro e estamos trabalhando para que tudo possa ocorrer da melhor forma possível”, disse Aparecida da Silva Santos de Carvalho, diretora da EE Leme do Prado, de Ladário.

Na cidade vizinha, os cuidados também foram redobrados com higienização dos produtos e das datas para a entrega. “Concluímos a montagem de acordo com as orientações das autoridades de saúde, com o uso de máscaras para todos, álcool em gel para as mãos e também do álcool 70%, para higienização dos produtos. Para a distribuição organizamos um cronograma para evitar a aglomeração: iniciaremos na terça-feira [dia 5], com o encerramento previsto para sexta-feira, no período matutino”, explicou a diretora Maria de Araújo Pereira, diretora da EE Dr. João Leite de Barros, de Corumbá.

Em todo o Estado, as entregas dos kits de alimentação escolar seguirão nesta semana que marca o início do recesso escolar, válido até o próximo dia 18 de maio.

Educação

Enem 2026: inscrições terminam em 5 de junho e taxa de R$ 85 pode ser paga até dia 10

Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.

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29 de maio de 2026

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.

Prazo e pagamento

Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.

A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.

Quem precisa confirmar a participação

Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.

Aplicação das provas

O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.

Uso da nota

O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.

As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.

Educação

Senado aprova reajuste do piso nacional dos professores para R$ 5,1 mil em 2026

O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...

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27 de maio de 2026

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O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.

A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.

O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.

Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.

Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.