quinta, 04 de junho, 2026
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O Ministério da Educação (MEC) publicou ontem, terça-feira (23) o edital do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026, que abre inscrições a partir do dia 19 de janeiro, seguindo até 23 de janeiro, às 23h59. O programa chega à próxima edição como o maior já realizado, reunindo mais de 274,8 mil vagas distribuídas em 7.399 cursos de graduação, ofertados por 136 instituições públicas de ensino superior em todo o país.
O Sisu é o principal mecanismo de acesso às universidades e institutos federais, utilizando as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de seleção. A divulgação do resultado da chamada regular está prevista para o dia 29 de janeiro.
Uma das principais novidades do Sisu 2026 é a ampliação das edições A partir do próximo ano, os candidatos poderão concorrer às vagas utilizando as notas do Enem 2023, 2024 ou 2025. Até então, o sistema aceitava apenas o resultado da edição mais recente do exame.
Para participar, é necessário ter concluído o ensino médio, ter obtido nota acima de zero na redação e ter realizado o Enem em uma das três edições válidas. As notas individuais do Enem 2025 estão previstas para serem divulgadas no dia 16 de janeiro, poucos dias antes da abertura das inscrições.
Assim como ocorre desde 2024, o Sisu 2026 contará com apenas uma edição anual. Os candidatos aprovados poderão iniciar os estudos no primeiro ou no segundo semestre, conforme a organização acadêmica e a disponibilidade de vagas em cada instituição.
Além da chamada regular, o sistema também contará com lista de espera, possibilitando novas convocações conforme surgirem vagas remanescentes.
Confira o cronograma do Sisu 2026
O MEC reforça que as inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no portal oficial do Sisu.
Educação
Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.
29 de maio de 2026
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.
Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.
A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.
Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.
O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.
O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.
As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.
Educação
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...
27 de maio de 2026
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.
A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.
O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.
Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.
Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.