quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
EDUCAÇÃO
Lei federal que limita o uso de celulares nas escolas faz um ano; pesquisa do MEC irá analisar impactos da medida em diferentes redes de ensino.
14 de janeiro de 2026
Idest
Nesta terça-feira (13), a lei federal que restringe o uso de celulares nas escolas completa um ano de vigência. O Ministério da Educação (MEC) anunciou que realizará, no primeiro semestre de 2026, uma pesquisa nacional para analisar como a norma tem sido aplicada e quais são seus impactos no ambiente escolar.
Segundo o MEC, o estudo buscará compreender a adoção da lei nos diversos sistemas de ensino do país, além de avaliar seus efeitos entre estudantes e professores. A legislação foi criada diante de preocupações com o uso excessivo e inadequado de dispositivos eletrônicos por parte dos alunos.
De acordo com o ministro da Educação, Camilo Santana, a restrição visa reduzir distrações e priorizar o engajamento em atividades pedagógicas. Dados do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (PISA) 2022 indicam que 80% dos estudantes brasileiros relataram dificuldades de concentração nas aulas de matemática devido ao celular.
Estudantes como Nicolas Lima, de 15 anos, relataram inicialmente resistência à mudança, mas notaram melhorias na concentração e socialização. Familiares, como a mãe de Nicolas, Cibele Lima, também observaram benefícios no desenvolvimento dos filhos após um período de adaptação.
Especialistas apontam que, após a restrição, professores perceberam estudantes mais atentos e participativos. No entanto, destacam que o celular pode ser utilizado como ferramenta educativa se integrado de forma adequada ao ensino. O MEC desenvolveu materiais de apoio, como guias práticos e planos de aula, para orientar a implementação da norma e promover o uso responsável dos dispositivos eletrônicos.
Educação
Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.
29 de maio de 2026
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.
Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.
A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.
Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.
O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.
O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.
As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.
Educação
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...
27 de maio de 2026
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.
A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.
O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.
Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.
Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.