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“Marcha contra a reforma da Previdência” causa suspensão de aulas em Coxim

Professores e trabalhadores da educação estadual e municipal de Coxim vão acompanhar a “Marcha contra a reforma da Previdência”, marcada para amanhã (22) em todas as cidades de Mato Grosso do Sul.

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21 de março de 2019

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Cesar Rodrigues

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Professores e trabalhadores da educação estadual e municipal de Coxim vão acompanhar a “Marcha contra a reforma da Previdência”, marcada para amanhã (22) em todas as cidades de Mato Grosso do Sul. Não haverá aulas nas duas redes. Dois ônibus partirão do município para engrossar o movimento pelas ruas e avenidas centrais de Campo Grande. Aqueles que ficarem na cidade também farão protestos contra as mudanças previstas pelo Governo Bolsonaro que afetarão - segundo os sindicatos - direitos adquiridos em anos de lutas. 
Paulo Monteiro, presidente do SINSMC (Sindicato do Funcionários Públicos Municipais de Coxim) tinha programado para o final da tarde de ontem (quarta-feira) uma assembleia para definir os detalhes da paralisação dos funcionários públicos municipais. Alguns setores da administração não podem parar por serem essenciais. Até o fechamento desta edição a categoria já dava como certa o apoio aos colegas do estado na “Marcha contra a reforma da Previdência”.
Já a presidente do SIMTED (Sindicato Municipal dos Trabalhadores Em Educação) de Coxim, Mara Núbia, também confirmou a paralisação dos trabalhadores estaduais e a suspensão das aulas. Não foram definidos os locais de mobilização no município, mas as ações começam a partir das  8:00 horas  da manhã de sexta-feira (22). O movimento é nacional com paralisações em todas as cidades sul-mato-grossenses.   A convocação foi feita pela CNTE aos trabalhadores em educação. O Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência foi definido em conjunto por várias entidades.  
Segundo os dirigentes do movimento a PEC da reforma do atual presidente Jair Bolsonaro dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens, 62 para as mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, entre outros fatores que afetam os trabalhadores.      As entidades também decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares nas bases e até mesmo nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se "votar, serão cobrados na volta".
 

Educação

Enem 2026: inscrições terminam em 5 de junho e taxa de R$ 85 pode ser paga até dia 10

Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.

Prazo e pagamento

Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.

A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.

Quem precisa confirmar a participação

Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.

Aplicação das provas

O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.

Uso da nota

O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.

As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.

Educação

Senado aprova reajuste do piso nacional dos professores para R$ 5,1 mil em 2026

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O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.

A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.

O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.

Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.

Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.