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Lei proíbe novos cursos técnicos de saúde à distância em Mato Grosso do Sul

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) sancionou a lei que proíbe novos cursos técnicos e de nível médio de saúde, que são oferecidos no modelo de educação à distância, em Mato Grosso do Sul.

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2 de agosto de 2018

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Campo Grande News

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O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) sancionou a lei que proíbe novos cursos técnicos e de nível médio de saúde, que são oferecidos no modelo de educação à distância, em Mato Grosso do Sul. A justificativa é que para esta área se precisa de aulas práticas, pois tem contato direto com pacientes nas unidades de saúde.
A proposta de autoria do deputado Paulo Siufi (MDB) foi aprovada na Assembleia e agora recebe o aval do governo estadual. O parlamentar explica que para área de saúde é necessário esta experiência prática dos profissionais, não sendo suficiente apenas a parte teórica, ainda tendo o acompanhamento direto do professor, para que nestas atividades se desenvolvam suas habilidades.
O projeto quando estava na Assembleia teve o apoio de representantes de vários conselhos de cursos de saúde, que também entendem que é necessário uma regulamentação sobre esta situação em Mato Grosso do Sul. Eles alegam que houve um aumento substancial destes cursos nos últimos anos, sem o devido controle.
A fiscalização para estes cursos serão feitas pelo Conselho Estadual de Educação. O Poder Executivo irá ainda regulamentar a lei, que será aplicada enquanto não houver uma legislação federal sobre o tema. O deputado ainda tenta ampliar esta proibição para os cursos de graduação de saúde, no entanto esta matéria ainda está em tramitação na Assembleia. 

Educação

Enem 2026: inscrições terminam em 5 de junho e taxa de R$ 85 pode ser paga até dia 10

Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.

Prazo e pagamento

Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.

A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.

Quem precisa confirmar a participação

Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.

Aplicação das provas

O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.

Uso da nota

O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.

As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.

Educação

Senado aprova reajuste do piso nacional dos professores para R$ 5,1 mil em 2026

O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...

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O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.

A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.

O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.

Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.

Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.