quinta, 04 de junho, 2026
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O incentivo à pesquisa aplicada e extensão tecnológica dado pelo Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) – buscando a solução de problemas reais do setor produtivo e da sociedade – segue gerando resultados. O último deles é o “SisVisa”, estudo desenvolvido no Campus Coxim.
Trata-se de uma aplicação web, sistema projetado para utilização por meio de um navegador, internet ou aplicativos desenvolvidos utilizando tecnologias web. O objetivo é melhorar os serviços prestados pela Vigilância Sanitária à população.
Uma equipe do IFMS criou a aplicação, que já se encontra em uso, com foco no gerenciamento de estabelecimentos, protocolos, denúncias, licenças, termos, documento, embasamento, atividades e relatórios.
O projeto foi contemplado no edital de Pesquisa Aplicada e Extensão Tecnológica (Paet) n° 009/2019, destinado à seleção de iniciativas que gerem produtos, processos e serviços tecnológicos e sua transferência ao setor produtivo. O demandante foi o Fundo Municipal de Saúde de Coxim.
A aplicação surgiu da necessidade de um sistema de informação voltado às atividades da Vigilância Sanitária, que se concentram no controle e fiscalização de produtos e serviços relacionados à saúde. Dessa forma, o SisVisa trouxe melhorias no gerenciamento de dados, principalmente em relação à padronização do armazenamento das informações, gerando mais agilidade, produtividade e confiabilidade.
Criação – O SisVisa foi desenvolvido pelos acadêmicos da graduação em Sistemas para Internet, Richard Silva e Kleiton Rocha, que atuaram como bolsista e voluntário, respectivamente, sob a orientação do professor Gilson Saturnino dos Santos, da área de Informática/Desenvolvimento Web. O trabalho foi apresentado na última edição do Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (Semict) do IFMS. A concepção da aplicação partiu de Kleiton, que além de estudante do IFMS também é servidor público da Prefeitura Municipal de Coxim e atua no serviço de Vigilância Sanitária.
A criação teve também a colaboração dos servidores da Vigilância Sanitária, entre eles o gerente Saimon Cândido. Atualmente, todos no serviço possuem acesso à aplicação.
“Além do incentivo à pesquisa, permanência estudantil e melhora na formação dos nossos estudantes, projetos como esse também são importantes para o IFMS como um todo, pois estão relacionados à nossa missão, com foco no desenvolvimento local e regional, permitindo ainda estreitar nossa relação com a comunidade externa”, finaliza.
Como contrapartida pelo desenvolvimento da aplicação web, o Campus Coxim recebeu um aparelho de ar condicionado de 12 mil btus, destinado ao Laboratório de Desenvolvimento de Software, localizado no bloco 3.
Educação
Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.
29 de maio de 2026
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.
Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.
A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.
Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.
O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.
O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.
As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.
Educação
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...
27 de maio de 2026
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.
A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.
O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.
Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.
Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.