quinta, 04 de junho, 2026
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Educação
As atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão dos docentes que optaram por não aderir ao movimento grevista serão mantidas, com os horários de aulas das respectivas turmas informados previamente à comunidade acadêmica.
10 de abril de 2024
(Coximagora/ML)
Na última segunda-feira, 08 de abril de 2024, os servidores, tanto docentes quanto técnico-administrativos, do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), localizado em Coxim, uniram-se a mais de 400 instituições da rede federal de educação ao iniciarem uma greve por tempo indeterminado.
Este movimento, coordenado pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), está ganhando força em todo o país. As principais demandas dos trabalhadores incluem a reestruturação das carreiras dos técnicos-administrativos e dos docentes, a recomposição salarial e orçamentária dos Institutos Federais, além da revogação de normas estabelecidas em governos anteriores.
No campus do IFMS em Coxim, os servidores se reuniram na tarde de segunda-feira para discutir as demandas do movimento, elaborar estratégias locais para fortalecer a greve e estabelecer uma agenda de ações. Na semana seguinte, está prevista a realização de um café coletivo, onde o grupo irá deliberar sobre os próximos passos da greve e oferecer orientações sobre as atividades futuras.
O IFMS, por meio do campus de Coxim, emitiu um comunicado interno oficial na última sexta-feira (05.03), informando sobre a situação do campus na cidade:
A Direção-Geral do IFMS, considerando o movimento grevista dos docentes e técnicos-administrativos conforme comunicado do SINASEFE/MS, reconhece a adesão dos servidores ao movimento grevista como um direito legal, assegurado pela Constituição Federal.
Após reunião realizada em 05 de abril entre a Direção Geral, Direção de Ensino, Diretoria de Administração e os Representantes Sindicais Locais que compõem o comando de greve do Campus Coxim, a Direção-Geral respeita o movimento grevista dos docentes e técnicos-administrativos do IFMS.
As atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão dos docentes que optaram por não aderir ao movimento grevista serão mantidas, com os horários de aulas das respectivas turmas informados previamente à comunidade acadêmica.
Entre os dias 8 e 10 de abril, o curso de Manutenção e Suporte em Informática (Proeja) não terá aulas.
O cenário de adesão será monitorado diariamente e, sempre que necessário, esta decisão será reavaliada e informada à comunidade acadêmica.
Agradece-se a compreensão e cooperação durante este período. Para mais informações e esclarecimentos, consulte o site oficial do IFMS (www.ifms.edu.br/greve) ou entre em contato pelo WhatsApp (67 – 9 9936-8468).
Educação
Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.
29 de maio de 2026
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.
Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.
A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.
Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.
O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.
O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.
As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.
Educação
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...
27 de maio de 2026
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.
A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.
O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.
Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.
Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.