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Educação
Oficializado neste mês de setembro pelo Governo Federal, o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) vai contar com duas unidades escolares em Mato Grosso do Sul, a partir de 2020.
27 de setembro de 2019
Governo do Estado
Oficializado neste mês de setembro pelo Governo Federal, o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) vai contar com duas unidades escolares em Mato Grosso do Sul, a partir de 2020. A proposta será implantada na Escola Estadual Alberto Elpídio Ferreira Dias – Prof. Tito, localizada no Jardim Anache, e na EE Marçal de Souza, no Jardim Los Angeles, ambas em Campo Grande.
A primeira, EE Aberto Elpídio Ferreira Dias – prof. Tito, em fase final de construção, vai colocar em prática uma proposta desenvolvida em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS). Durante esse mês de setembro, a Secretaria de Estado de Educação (SED) realizou uma consulta à comunidade, para saber a respeito do interesse da região na implementação da proposta, que contou com 93% de aprovação.
Já a segunda, EE Marçal de Souza, é responsável pelo atendimento a 800 estudantes, matriculados nos ensinos Fundamental e Médio, e contou com quase 80% de aprovação da comunidade no momento de consulta antes da adesão ao Programa.
O superintendente de Políticas Educacionais da SED, Hélio Daher, coordenador de implantação das escolas cívico-militares em Mato Grosso do Sul, destacou os critérios e benefícios que as unidades terão ao fazer parte da nova proposta. “Foram escolhidas duas unidades em Campo Grande, uma no Norte e outra no Sul da cidade, ambas em regiões de vulnerabilidade. De acordo com a proposta do programa, as escolas terão apoio financeiro para infraestrutura, uniforme e material pedagógico, além da formação da equipe pedagógica e administrativa”, disse.
De acordo com o Governo Federal, a escola cívico-militar é um modelo desenvolvido para promover a melhoria na qualidade da Educação Básica do País. A proposta prevê, ainda, a construção de um ambiente de parcerias e de maior vínculo entre gestores, professores, militares, estudantes, pais e responsáveis.
Em Mato Grosso do Sul, o trabalho foi iniciado com uma equipe multidisciplinar e intersetorial do Governo do Estado, coordenada pela SED, composta por técnicos da Coordenadoria de Políticas Específicas para Educação (Copeed), pela Coordenadoria de Normatização das Políticas Educacionais (Conped), uma equipe do Corpo de Bombeiros e, também, da Polícia Militar.
Gestão e composição
De acordo com o superintendente da SED, a ordenação de despesas será da Secretaria de Estado de Educação. A gestão das unidades escolares também será da SED, que terão, abaixo da direção da escola, um responsável pedagógico e outro da área militar, que vai coordenar os trabalhos do Programa no ambiente escolar.
Na matriz curricular a novidade será a inserção de uma disciplina referente à atuação dos militares. O restante das unidades curriculares serão as mesmas utilizadas nas demais escolas da Rede Estadual de Ensino (REE), de formação geral básica, que contemplam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
“É importante deixar claro que o Programa não visa a militarização dos estudantes. Não serão escolas militares. A atuação será em colaboração, nas áreas de gestão escolar e gestão educacional, a fim de contribuir com a melhoria do ambiente escolar. Vale destacar, ainda, que os militares não ocuparão cargos dos profissionais da educação, previstos – por exemplo – na Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Um bom exemplo é o trabalho desenvolvido na EE Lino Villachá, no bairro Nova Lima, que possui um projeto em parceria com o Corpo de Bombeiros, com essa característica, há quase dois anos e com absoluto sucesso”, completa Hélio.
Nesta sexta-feira (27.9), a SED oficializa a adesão ao Programa que – de acordo com a publicação oficial do Planalto – não se trata da conversão de escolas públicas civis em militares, mas sim da incorporação de boas práticas pedagógicas e administrativas ao funcionamento, com o uso da referência nacional em desempenho escolar observado nas escolares que trabalham com essa proposta.
Educação
Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.
29 de maio de 2026
As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.
Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.
A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.
Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.
O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.
O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.
As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.
Educação
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...
27 de maio de 2026
O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.
A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.
O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.
Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.
Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.