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Autorizado novo curso de Direito em Coxim

O Campus de Coxim caracteriza-se como jovem no cenário estadual. Sua inauguração ocorreu no dia 06 de agosto de 2001. Sua implantação só foi possível em função de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, celebrada por meio do convênio no 072/2001, assinado pelo então Prefeito Municipal, Oswaldo Mochi Júnior.

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5 de junho de 2020

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Assessoria - UFMS

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Concebido para ser uma graduação de excelência, o novo curso de Direito do Campus de Coxim (CPCX) foi autorizado na data de hoje pelo Ministério da Educação para oferecer vagas já a partir dos próximos processos seletivos da UFMS.

“Certamente, a criação do curso de Direito no Campus de Coxim é uma grande oportunidade para a UFMS ampliar sua contribuição na formação cidadã, na disseminação de conhecimentos relativos ao direito e na promoção do respeito às leis e do desenvolvimento social. Estamos muito felizes com essa aprovação”, afirma o pró-reitor de Graduação, Ruy Alberto Caetano Correa Filho.

Serão abertas 50 vagas para o turno noturno do curso de Direito, que se une aos já existentes cursos de Enfermagem, História, Letras e Sistemas de Informação, há muito ofertados no Campus.

“Os Projetos Pedagógicos dos cursos de Direito da Cidade Universitária, do Campus de Três Lagoas e do Campus do Pantanal, todos com excelentes avaliações pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), serviram como referência para a construção do Projeto Pedagógico do curso de Direito em Coxim”, explica o pró-reitor.

A instalação do curso de Direito em Coxim beneficiará mais de 15 cidades do Estado do Mato Grosso do Sul, entre eles os municípios de Sonora, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso, Alcinópolis, São Gabriel do Oeste, Figueirão, Camapuã, Bandeirantes e Costa Rica.

“O curso de Direito do Campus Coxim simboliza um marco no desenvolvimento da região Norte do MS, comprovando o papel de liderança da UFMS nesse processo. É uma vitória para todos aqueles que acreditam que a educação é um instrumento de fortalecimento da democracia e do país, contribuindo para diminuir as diferenças regionais e fomentando a inclusão”, professora Eliene Dias de Oliveira, diretora do CPCX.

Segundo Eliene, o curso é resultado de uma demanda social, a partir de organização de audiência pública, debates entre a comunidade, as classes jurídica e política de Coxim.

“Nosso campus encaminhou essa demanda e hoje tivemos essa feliz notícia da autorização para início. Nesse processo de aprovação, foi fundamental a parceria com a OAB – Seccional Coxim, o apoio da Câmara Municipal de Vereadores de Coxim, da Prefeitura Municipal, do então deputado estadual Junior Mochi, bem como todo o Poder Judiciário local e em especial da atual gestão superior e de toda a equipe da UFMS”, expõe Eliene.

A previsão é de que o curso inicie com 11 docentes e 13 técnicos, já tendo sido destinada infraestrutura física para acomodação do curso que terá sala de professores, gabinete para o coordenador, sala coletiva de professores; quatro salas aulas para 50 estudantes cada, laboratório de Informática dotado de 30 máquinas com acesso à internet; equipamentos de informática na biblioteca e acesso ao portal Minha Biblioteca para todos os estudantes e  espaço para o Núcleo de práticas jurídicas.

Educação

Enem 2026: inscrições terminam em 5 de junho e taxa de R$ 85 pode ser paga até dia 10

Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.

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29 de maio de 2026

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.

Prazo e pagamento

Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.

A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.

Quem precisa confirmar a participação

Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.

Aplicação das provas

O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.

Uso da nota

O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.

As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.

Educação

Senado aprova reajuste do piso nacional dos professores para R$ 5,1 mil em 2026

O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...

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27 de maio de 2026

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O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.

A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.

O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.

Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.

Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.