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Ano letivo começa com a proibição do uso de celulares nas escolas, e Coxim? Como está se preparando?

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12 de fevereiro de 2025

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(Glenda Melo - Diário do Estado)

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 15.100/25, que proíbe alunos de usarem telefone celular e outros aparelhos eletrônicos portáteis em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e intervalo entre as aulas em todo território nacional.    
A Resolução/SED n. 4.388 sobre a proibição do uso de celulares nas escolas da REE-MS (Rede Estadual de Ensino). Essa medida está alinhada à nova Lei Federal nº 15.100/2025, que estabelece restrições ao uso de aparelhos eletrônicos portáteis por estudantes durante as aulas, recreios e intervalos.   


Às vésperas da volta às aulas nas escolas estaduais de Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel regulamentou a lei federal que proíbe celulares dentro das escolas da rede.
Conforme a resolução da Secretaria Estadual de Educação, publicada no Diário Oficial do dia 06 de fevereiro, a proibição se aplica aos estudantes de todas as etapas da educação básica, em espaços de uso coletivo ou individual, durante o período regular e extracurricular de aulas.
O estudante que levar celulares ou tablets para a escola deverá deixá-los armazenados e desligados, em bolsa ou mochila própria, sem a possibilidade de acessá-los durante o período de aulas, assumindo a responsabilidade por eventual extravio ou dano.


 Nossa reportagem entrou em contato com a secretária de educação de Coxim, Professora Marly Nogueira para saber como serão feitas as fiscalizações a nível local nas escolas municipais de Coxim e da zona rural, ela nos informou que: “Coxim obedecerá a resolução federal e que caberá a cada diretor e aos professores das escolas encontrarem a maneira de fiscalizar cada local, acredito que tudo ocorrerá de maneira tranquila e que tem certeza que os alunos respeitarão essa normativa finaliza a secretária”


O uso de celulares em sala de aula pode ter tanto vantagens quanto desvantagens. 
Vantagens: 
Acesso aos conteúdos diversos, incentivo ao letramento digital, Apoio à formação do leitor, favorecimento da autonomia, integração de aplicativos educativos, acesso a recursos multimídia em tempo real, personalização do aprendizado, Inclusão de alunos com deficiência


Desvantagens: 
Distração constante, Queda no rendimento escolar, Problemas de ansiedade e insegurança, Problemas de ansiedade e insegurança, riscos para a saúde física e mental, como sedentarismo e depressão, atrasos no desenvolvimento cognitivo e da linguagem, Miopia, Problemas no sono e sobrepeso, aumento dos riscos de ciberbullying e de problemas relacionados à segurança online dos alunos.
Esse assunto ainda vai dar muito pano para manga, desejamos aos alunos um bom retorno ao ano letivo e que direitos e deveres sejam respeitados.

Educação

Enem 2026: inscrições terminam em 5 de junho e taxa de R$ 85 pode ser paga até dia 10

Candidatos devem se inscrever na Página do Participante; prova será aplicada nos domingos 8 e 15 de novembro.

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29 de maio de 2026

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As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 seguem abertas até 5 de junho, na Página do Participante. A taxa é de R$ 85 e pode ser paga até 10 de junho. As provas estão marcadas para os domingos 8 e 15 de novembro.

Prazo e pagamento

Após a inscrição, o sistema gera a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) no valor de R$ 85. O pagamento pode ser feito entre 25 de maio e 10 de junho, por Pix, cartão de crédito, débito ou boleto, em bancos, casas lotéricas e aplicativos bancários.

A inscrição só é confirmada após o processamento do pagamento da taxa. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e uso de nome social.

Quem precisa confirmar a participação

Estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas públicas têm inscrição automática, mas precisam confirmar a participação no sistema, escolher a opção de língua estrangeira e informar, se necessário, recursos de acessibilidade ou nome social.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), candidatos com pedido de isenção aprovado também devem confirmar a participação na Página do Participante.

Aplicação das provas

O Inep informou que pretende ampliar para cerca de 10 mil o número de locais de aplicação do exame em todo o país. A estimativa é que aproximadamente 80% dos estudantes da rede pública façam a prova na própria escola em que estudam.

Uso da nota

O Enem avalia o desempenho dos estudantes ao fim da educação básica e é usado como principal forma de acesso ao ensino superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas também utilizam os resultados do exame em seus processos seletivos. Desde 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima exigida em cada área do conhecimento e na redação.

As notas individuais também podem ser usadas em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas com o Inep.

Educação

Senado aprova reajuste do piso nacional dos professores para R$ 5,1 mil em 2026

O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor...

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27 de maio de 2026

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O Senado Federal aprovou ontem, (26) a medida provisória que reajusta o piso salarial nacional dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O novo valor representa um aumento de 5,4% em relação ao piso anterior, fixado em R$ 4.867,77.

A proposta foi analisada pelo Congresso Nacional e recebeu alterações durante a tramitação. Por isso, o texto foi convertido em projeto de lei e seguirá agora para sanção do presidente da República.

O reajuste beneficia professores da rede pública da educação básica em todo o país e segue a política nacional de valorização do magistério. O piso salarial é válido para profissionais com jornada de 40 horas semanais.

Segundo o governo federal, a atualização busca garantir a recomposição salarial da categoria e fortalecer a valorização dos profissionais da educação.

Após a sanção presidencial, o novo valor passará a valer oficialmente para o ano de 2026.