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Programa de Gestão em SST do Sesi ajuda a reduzir custos das indústrias

Programa ajuda na busca das indústrias por caminhos para redução de custos

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15 de fevereiro de 2016

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Agora Ms

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Lançado em outubro do ano passado e com atendimento a 55 empresas, entre micro, pequenas, medias e grandes, o Programa de Gestão em SST (Segurança e Saúde do Trabalho) do Sesi ajuda na busca das indústrias por caminhos para redução de custos, atuando de forma preventiva e levando orientações aos empresários. O superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, reforça que o trabalho é preventivo, de forma a verificar eventuais necessidades de melhorias e orientar o empresário para que as faça, evitando, assim, autuações.

“Fazemos algo como uma pré-auditoria de atendimento às NRs (Normas Regulamentadoras), verificando se estão conformes ou não. Cada setor tem suas normas específicas. Orientamos a empresa sobre o que fazer para ficar de acordo. É um relacionamento contínuo com a indústria”, disse Bergson Amarilla.

Segundo a médica do trabalho e coordenadora do Programa, Adriana Sato, dentro da proposta a atividade é desenvolvida em cinco etapas: gestão dos programas SST, gestão dos atestados, gestão dos acidentes de trabalho, gestão dos afastados pelo INSS e gestão em FAP (Fator Acidentário de Prevenção)/NTEP (Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário).

No caso exclusivo das micro e pequenas empresas, o Programa de Gestão em SST do Sesi busca assessorar no atendimento aos requisitos legais estabelecidos nas NRs, legislação e eSocial, apontando melhorias a serem realizadas no processo produtivo e na organização do trabalho. São muitos os itens de NRs avaliados quando ocorre a visita de um auditor. Para cada item que não estiver conforme, a multa pode variar de R$ 1.708,50 a R$ 11.981,17.

Medias e grandes

Para as médias e grandes empresas, a 1ª das cinco etapas do Programa é a de gestão dos programas de SST, que identifica os riscos ambientais mais graves e iminentes de acidentes e doenças ocupacionais. Já a etapa de gestão dos atestados identifica os setores com maior incidência de atestados e relaciona os atestados às atividades realizadas, acidentes de trabalho, NTEP e FAP e propõe ações para minimizar situações geradoras desses atestados.

Também identifica as CIDs (Classificações Internacionais de Doenças) mais comuns, informa o custo médio dos dias perdidos com absenteísmo, aponta as situações que favorecem o adoecimento e propõe soluções por meio de plano de ação.

A etapa de gestão dos acidentes de trabalho identifica o setor mais prevalente e incidente de ocorrência dos acidentes de trabalho, as partes do corpo afetadas pelos acidentes de trabalho e as situações geradoras dos acidentes de trabalho. Além disso, propõe ações de prevenção dos acidentes de trabalho.

No caso da etapa de gestão dos afastados pelo INSS, são identificados os motivos de adoecimento e afastamento pelo INSS e os setores com maior incidência de afastamentos. Também relaciona as CIDs, os atestados com as atividades realizadas, NTEP e FAP, e identifica as situações que favorecem o adoecimento e doenças do trabalho, evitando o afastamento do trabalhador.

A 5ª e última etapa é a de gestão em FAP/NTEP, que identifica os fatores contribuintes para o aumento do FAP, além de propor soluções para amenizar ou neutralizar as situações causadoras do aumento do FAP, por meio da indicação de implementação de ações preventivas, visando medidas de controle e gestão. Essa etapa também acompanha os indicadores para avaliar o resultado das ações propostas implementadas e identifica se a cobrança do FAP foi pertinente.

“O FAP é uma tributação obrigatória para todas as empresas brasileiras, exceto aquelas que ainda estão enquadradas no regime Simples Nacional. Após a sua aplicação, as empresas que têm maior acidentalidade têm tarifas maiores (podendo dobrar a alíquota). Já as empresas com menor acidentalidade têm os valores reduzidos, podendo chegar a até 50% do percentual”, detalhou Adriana Sato.

O FAP varia anualmente e é calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social. “As empresas que implantarem uma gestão voltada para a prevenção e promoção da saúde do trabalhador e de um ambiente de trabalho seguro e saudável poderão se beneficiar e transformar o bônus do FAP em vantagem competitiva, gerando uma diminuição dos custos nas folhas de pagamento, obtendo eventuais ganhos de imagem, maior satisfação e fidelidade dos empregados e melhor produtividade”, declarou Adriana Sato.

Serviço – As empresas interessadas no Programa de Gestão em SST (Segurança e Saúde do Trabalho) do Sesi no SST podem ligar para o telefone (67) 3384-5044 ou pelo email [email protected]

Economia

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

Programa alcançará 19,08 milhões de famílias em maio, com pagamentos de R$ 600 e adicionais; valor médio vai a R$ 678,01.

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

20 de maio de 2026

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3 nesta quarta-feira

 

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo é de R$ 600, e o benefício médio sobe para R$ 678,01 com os adicionais previstos no programa.

Programa alcança 19,08 milhões de famílias

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,9 bilhões.

Além do valor mínimo, o programa prevê três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança.

Adicionais ampliam o valor do benefício

O Bolsonaro Família também paga acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.

No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre data de pagamento, valor e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.

Pagamento unificado em 217 cidades

Beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira, independentemente do NIS. A medida incluiu 124 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca.

Também foram contempladas cidades do Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Segundo o MDS, essas localidades foram atingidas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade.

A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do ministério.

Regra de proteção atende 2,26 milhões de famílias

Cerca de 2,26 milhões de famílias estão em maio na regra de proteção, que permite a continuidade do recebimento de 50% do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que cada integrante receba até R$ 706.

Em maio, 159.248 novas famílias passaram a integrar a regra após aumento da renda. Desde 2025, o tempo de permanência foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025.

Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará recebendo metade do benefício por dois anos.

Economia

INSS envia alerta no WhatsApp para prova de vida

Notificação vale só para quem não foi localizado no sistema

INSS envia alerta no WhatsApp para prova de vida

18 de maio de 2026

INSS envia alerta no WhatsApp para prova de vida

 

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Os aposentados, pensionistas e outros beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que precisam regularizar a prova de vida começaram a receber notificações pelo WhatsApp. O aviso é destinado apenas às pessoas que não tiveram dados recentes localizados pelos sistemas automáticos do governo. A mensagem é enviada pela conta oficial “Governo do Brasil”, identificada com selo azul de verificação, e também aparece na caixa postal do aplicativo Gov.br.

A prova de vida é um procedimento usado para confirmar que o beneficiário continua vivo e, assim, evitar fraudes e pagamentos indevidos. Desde 2022, o processo passou a ser feito automaticamente pelo cruzamento de informações em bases oficiais do governo, sem necessidade de comparecimento anual ao banco ou ao INSS para a maioria dos segurados.

Na prática, o sistema verifica se o cidadão realizou alguma movimentação recente, como vacinação, emissão de documentos, votação em eleições, renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou atendimento em órgãos públicos. Quando o governo não encontra nenhuma dessas informações atualizadas, o beneficiário é convocado para fazer a comprovação manualmente.

Quem precisa

A atualização deve ser feita apenas por aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios de longa duração que receberam aviso oficial do governo. Quem não recebeu mensagem no WhatsApp, notificação no aplicativo Gov.br ou alerta no extrato bancário não precisa tomar nenhuma providência.

Segundo o INSS, os beneficiários convocados têm prazo para regularizar a situação e evitar problemas futuros no pagamento do benefício.

Como fazer

A prova de vida pode ser realizada das seguintes formas:

* Pelo aplicativo Meu INSS, para usuários com conta prata ou ouro no portal Gov.br;

* Pelo aplicativo Gov.br, com reconhecimento facial;

* No banco onde o beneficiário recebe aposentadoria, pensão ou auxílio;

* Pelo aplicativo da instituição financeira, nos bancos que oferecem biometria facial;

* Presencialmente na agência bancária responsável pelo pagamento.

No aplicativo Gov.br, o usuário deve acessar a opção “Prova de Vida”, verificar a pendência e seguir as orientações para validação facial.

Como consultar

O beneficiário pode verificar se a situação está regularizada pelos seguintes canais:

• Site ou aplicativo Meu INSS, na área “Prova de Vida”;

• Central 135, com atendimento de segunda a sábado, das 7h às 22h;

• Extrato bancário do benefício, onde pode aparecer aviso de pendência;

• Caixa postal do aplicativo Gov.br.

Se a prova de vida estiver em dia, o sistema mostrará a data da última atualização cadastral.

Alerta de golpes

O governo federal reforçou o alerta para tentativas de fraude envolvendo a prova de vida. Segundo o INSS, as mensagens oficiais não enviam links externos, não pedem senhas, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), endereço ou dados bancários e nunca solicitam pagamentos por Pix ou qualquer outra forma.

O órgão também orienta os beneficiários a desconfiarem de mensagens recebidas fora dos canais oficiais e lembra que o INSS não envia servidores à casa dos segurados para recolher documentos ou realizar o procedimento.

A recomendação é utilizar apenas o aplicativo Gov.br e o Meu INSS ou contatar o banco responsável pelo pagamento do benefício e Central 135 para consultar informações e regularizar a situação cadastral.