quinta, 04 de junho, 2026
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As estimativas para a produção de grãos relativas à safra agrícola de 2016 vêm caindo mês após mês e chegam a agosto com uma perspectiva de produção total de cereais, leguminosas e oleaginosas de 186,1 milhões de toneladas, resultado 11,1% menor do que a safra recorde do ano passado, de 209,4 milhões de toneladas.
Os dados fazem parte do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de agosto, divulgado hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também a estimativa da área a ser colhida, de 57,4 milhões de hectares, representa uma redução de 0,4% diante da área colhida em 2015, que foi de 57,6 milhões de hectares.
Segundo o IBGE, em comparação com a estimativa de julho, a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas (a oitava estimativa deste ano para a produção de algodão herbáceo, amendoim, arroz, feijão, mamona, milho, soja, aveia, centeio, cevada, girassol, sorgo, trigo e triticale), também mostrou queda, neste caso de 1,5%, o mesmo acontecendo com a área a ser plantada, que recuou em 226,8 mil hectares.
O arroz, o milho e a soja, somados, continuaram como os produtos de maior destaque totalizando 92,6% da estimativa da produção e respondendo por 87,8% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, no entanto, houve acréscimo de 3% na área colhida da soja e reduções na área do milho (-1,3%) e arroz (-9,8%). No que se refere à produção, a estimativa aponta quedas de 0,8% para a soja, 14,9% para o arroz e de 23,4% para o milho.
Regiões produtoras
Não houve alterações significativas do ponto de vista da produção envolvendo as grandes regiões do país do ponto de vista da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas. A região Centro-Oeste deverá produzir 76,5 milhões de toneladas, o equivalente a 41,1% do total, se mantendo como a maior área produtora do país; a região Sul, 73,3 milhões de toneladas (39,4%); Sudeste, 19,7 milhões de toneladas (10,6%); Nordeste, 10,3 milhões de toneladas ( 5,5%) e a Norte com 6,3 milhões de toneladas.
Os dados do IBGE indicam que, na comparação com a safra do ano passado, houve incremento de produção de 2,3% na região Sudeste, a única a apresentar crescimento na estimativa.
Em contrapartida, as previsões para as demais regiões são de retração na produção entre 2015/2016: de -17,9% na região Norte; de -38,1% no Nordeste; de -14,9% no Centro-Oeste e de -3,5% no Sul.
Já na avaliação por estado, Mato Grosso liderou como o maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 24,5%, seguido pelo Paraná (19,2%) e Rio Grande do Sul (16,9%), que, somados, representaram 60,6% do total nacional previsto para a safra 2016.
Sagra 2015/2016
Nas estimativas feitas pelo IBGE em agosto para a safra deste ano, comparativamente à produção do ano passado, dez dos 26 principais produtos apresentaram variação percentual positiva na estimativa de produção em relação ao ano anterior com destaque para amendoim em casca 1ª safra (28,2%), aveia em grão (46,5%), café em grão-arábica (19,7%), cevada em grão (54,1%) e trigo em grão (15%).
Já entre os 16 produtos com variações negativas destacam-se algodão herbáceo em caroço (-18,5%), arroz em casca (-14,9%), feijão em grão 1ª safra (-15,8%), feijão em grão 2ª safra (-14,9%), milho em grão 1ª safra (-16,1%), milho em grão 2ª safra (-27,3%), soja em grão (-0,8%) e sorgo em grão (-43,4%).
Economia
Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula
4 de junho de 2026
Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.
A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.
Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.
Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.
Economia
Programa alcançará 19,08 milhões de famílias em maio, com pagamentos de R$ 600 e adicionais; valor médio vai a R$ 678,01.
20 de maio de 2026
A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo é de R$ 600, e o benefício médio sobe para R$ 678,01 com os adicionais previstos no programa.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,9 bilhões.
Além do valor mínimo, o programa prevê três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança.
O Bolsonaro Família também paga acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.
No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre data de pagamento, valor e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.
Beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira, independentemente do NIS. A medida incluiu 124 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca.
Também foram contempladas cidades do Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Segundo o MDS, essas localidades foram atingidas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade.
A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do ministério.
Cerca de 2,26 milhões de famílias estão em maio na regra de proteção, que permite a continuidade do recebimento de 50% do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que cada integrante receba até R$ 706.
Em maio, 159.248 novas famílias passaram a integrar a regra após aumento da renda. Desde 2025, o tempo de permanência foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025.
Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará recebendo metade do benefício por dois anos.