quinta, 04 de junho, 2026
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No ranking de investimentos dos estados brasileiros, Mato Grosso do Sul está na terceira posição. Na contramão de outras Unidades da Federação que enfrentam dificuldades para cumprir compromissos e pagar o salário do funcionalismo, em 2019, Mato Grosso do Sul manteve os pagamentos em dia e ainda usou 7,69% da receita para investimentos. Apenas Ceará, com 8,8%, e Alagoas, 8,5%, tiveram desempenho superior.
Os números foram publicados nesta semana pelos jornais Folha de S. Paulo e O Globo. Os diários usam como base relatórios de execução orçamentária e gestão fiscal e informações do Tesouro Nacional e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), entre outros.
Em 2019, Mato Grosso do Sul aplicou R$ 910 milhões para melhorar a vida das pessoas com obras em áreas prioritárias como infraestrutura, saúde, segurança pública e educação. São investimentos que já começam a mostrar resultado. A publicação do jornal O Globo mostra que Mato Grosso do Sul está entre os 10 estados que mais avançaram na qualidade da educação medida pelo Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).
Na área de infraestrutura, estão obras como a Serra das Três Cruzes, na MS-339, entregue no fim do ano passado, ligando Bodoquena ao distrito Morraria do Sul e ao Assentamento Sumatra. O Governo investiu R$ 5,7 milhões para pavimentar 1,57 quilômetro de um trecho íngreme crítico, onde ocorriam acidentes que acabavam com vidas.
Além de garantir mais segurança aos condutores, asfalto, drenagem e sinalização horizontal e vertical também facilitam o escoamento da produção. Já na área de saúde, entre os destaques está a regionalização da saúde, com a construção de hospitais como o de Três Lagoas, com um investimento superior a R$ 56 milhões.
E um novo pacote de obras está por vir. No dia 6 de março, no Centro de Convenções Albano Franco, o governador Reinaldo Azambuja lança investimentos para atender os 79 municípios, como resultado de uma série de diálogos com prefeitos, secretários e vereadores por meio do programa Governo Presente.
A realidade de Mato Grosso do Sul, no entanto, é bem diferente de outros estados. Os dados mostram que o Brasil está longe de ser um canteiro de obras. O Rio Grande do Sul, por exemplo, enfrenta uma grave crise fiscal, conta com salários dos servidores parcelados há mais de quatro anos, e precisou reduzir o investimento de R$ 1,14 bilhão para R$ 572 milhões de 2018 a 2019. Mas os três menores índices no ano passado foram de Roraima, Rio Grande do Sul e Goiás. Cada um deles não chegou a usar nem 2% da receita corrente líquida para esse fim.
20% em 4 anos
Mato Grosso do Sul ficou entre as quatro Unidades da Federação que ampliaram em mais de 20% os investimentos de 2015 a 2019, segundo levantamento do jornal Valor Econômico, enquanto houve queda de -28,4% no País.
Para o governador Reinaldo Azambuja, esse resultado só foi possível porque o Estado tomou medidas de austeridade como a reforma previdenciária, renegociação de contratos e da dívida e a diminuição das secretarias para a menor estrutura administrativa do país, ao lado de Goiás.
“Tomamos medidas duras e até impopulares, mas necessárias. O resultado está aí. Enquanto alguns estados estão quebrados, sem dinheiro para pagar salário, quanto mais fazer investimento, avançarmos na direção correta. Mato Grosso do Sul cresce mais do que o Brasil, gera emprego, desenvolvimento e oportunidades para as pessoas”, avalia Reinaldo Azambuja. (MS.Gov)
Economia
Bolão de Campo Grande acerta quatro dezenas da Quina e prêmio principal acumula
4 de junho de 2026
Um bolão registrado em Campo Grande acertou quatro dezenas no concurso 7.042 da Quina, sorteado na noite de quarta-feira (3), e faturou R$ 31.770,30. Outros dois jogos de Mato Grosso do Sul também acertaram quatro números e receberam R$ 6.354,06 cada. Ninguém levou o prêmio principal, que acumulou.
A aposta premiada em Campo Grande foi feita na Lotérica Kohatsu, no formato físico, com 25 cotas. As outras apostas vencedoras no Estado foram registradas em uma lotérica de Campo Grande, na Sorte Grande, e em Corumbá, na Lotérica Dom Pedro II.
Segundo a Caixa Econômica Federal (Caixa), 101 apostas acertaram quatro dezenas em todo o país no concurso. Outras 7.334 registraram três acertos e 157.696 fizeram dois acertos.
Os números sorteados foram 10, 13, 25, 36 e 60. Com o resultado, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo concurso, marcado para sexta-feira, chegou a R$ 20 milhões.
Economia
Programa alcançará 19,08 milhões de famílias em maio, com pagamentos de R$ 600 e adicionais; valor médio vai a R$ 678,01.
20 de maio de 2026
A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (20) a parcela de maio do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo é de R$ 600, e o benefício médio sobe para R$ 678,01 com os adicionais previstos no programa.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o Bolsa Família vai atender 19,08 milhões de famílias neste mês, com gasto de R$ 12,9 bilhões.
Além do valor mínimo, o programa prevê três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança.
O Bolsonaro Família também paga acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e R$ 150 por criança de até 6 anos.
No modelo tradicional, os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. As informações sobre data de pagamento, valor e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem.
Beneficiários de 217 cidades de nove estados receberam o pagamento na segunda-feira, independentemente do NIS. A medida incluiu 124 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca.
Também foram contempladas cidades do Amazonas, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe. Segundo o MDS, essas localidades foram atingidas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade.
A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do ministério.
Cerca de 2,26 milhões de famílias estão em maio na regra de proteção, que permite a continuidade do recebimento de 50% do benefício por até dois anos quando há melhora da renda familiar, desde que cada integrante receba até R$ 706.
Em maio, 159.248 novas famílias passaram a integrar a regra após aumento da renda. Desde 2025, o tempo de permanência foi reduzido de dois para um ano, mas a mudança vale apenas para famílias que entraram na transição a partir de junho de 2025.
Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará recebendo metade do benefício por dois anos.